sexta-feira, 6 de Novembro de 2009
Se os animais conseguem...porque não nós?
Divulgo!
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AERO OM?????????????

Sacarose, essência de morango silvestre, sorbato de potássio, corante vermelho e agua purificada.
A sacarose é.... açúcar!!! ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Sacarose ) Os bebés gostam do sabor e muitas vezes, até param de chorar "distraídos" pelo doce do açúcar mas definitivamente essa não é a melhor solução para bebés com cólicas! Até pode prejudicar!
Sorbato de potássio? ( http://pt.wikipedia.org/wiki/Sorbato_de_pot%C3%A1ssio ) é o sal de potássio do ácido sórbico, conservante fungicida e bactericida, inibidor de crescimento de bolores e leveduras, amplamente utilizado na alimentação como conservante, impede a rancidez e mofos das margarinas e maioneses.
Então como lidar com as "cólicas" e o choro dos bebés?
A melhor chucha do mundo... a maminha :) Amamentar é a melhor maneira de lidar com as cólicas..... Amamentar MUITO. É simples, fácil, rápido, prático e de borla. Se o bebe Chora... toca a mamar :) E se o bebé não quer mamar?
Colo!! o contacto pele com pele é um excelente anti-cólicas!!! Experimenta deitares-te com o teu bebé, os dois despidos.... é tão BOM!!!. Outro truque é Carregar o teu bebé! Em slings, panos,..... são perfeitos para manter o bebé aconchegado e aninhado :)
Mais truques para as"cólicas"? Alguém pode deixar nos comentários? Eu recomedo vivamete o livro "Porque Chora o Meu Bebé?" de Sheila Kitzinger"O choro de um bebé é o som mais perturbador que podemos ouvir.
Por isso, Sheila Kitzinger, antropóloga social e formadora nas áreas do nascimento humano e da antropologia social do nascimento, escreveu este livro como reacção a algumas teorias autoritárias, que enchem os pais de conselhos contraditórios e inúteis.
Há sempre uma razão para um bebé chorar: pode sentir-se sozinho, com fome, aborrecido, excessivamente estimulado, ou doente. Chorar é uma forma de comunicação, e os pais precisam de aprender a identificar a causa e a reagir adequadamente. Em Porque chora o meu bebé?, Sheila Kitzinger analisa os motivos que levam os bebés a chorar, fornecendo indicações práticas para ajudar os pais a parar o choro e a conversar com os bebés, de modo a compreenderem as necessidades deles.
Inspirado nas experiências reais de centenas de novas mães, este livro não inclui qualquer fórmula mágica para parar o choro dos bebés, mas está cheio de ideias, dadas por pais e mães, sobre aquilo que lhes faz melhor. " http://www.wook.pt/ficha/porque-chora-o-meu-bebe-/a/id/186340
quinta-feira, 5 de Novembro de 2009
Formação de Doulas
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Qualquer dia temos disto por cá......

não se fala noutra coisa.... espreitem aqui: Dou-la-la Signs, Signs, everywhere there's signs
Radical Doula Signs you don't want to see at your ob-gyn's office
Organic Birth What's next?
Bellies and Babies Posted Refusal and Black Lists, e esta parteira explica que the sign isn't quite as bad as it seems. Ai se a moda pega....
quarta-feira, 4 de Novembro de 2009
Encontro da La Leche League | 5 de Novembro | 11horas
Para um encontro da La Leche League, moderado pela Cristina Pincho.
A quem se destina a este convite?
Destina-se a todas as mulheres que estejam interessadas na amamentação, quer estejam grávidas, a amamentar ou simplesmente tenham o desejo de aprender mais.
Se não estiver interessado pode conhecer quem esteja: partilhe esta informação. Obrigada!
Quando?
Quinta-feira, dia 5 de Novembro, pelas 11horas.
Onde?
Rua da Silva 13, em Santos.
Confirme
Apareça e se possível confirme a sua presença através dos seguintes contactos:
acpincho@gmail.com
966293836
934234664
O que é a Liga La Leche?
A La Leche League é uma organização internacional, sem fins lucrativos, que foi fundada em 1956 para dar informação, encorajamento e apoio, através da ajuda de mãe para mãe, a todas as mulheres que queiram amamentar.
A La Leche League está presente em mais de 50 países.
A LLL Internacional é uma das principais autoridades mundiais em matéria de amamentação
Quem representa a LLL?
A LLL é representada localmente por moderadoras voluntárias.
As moderadoras da LLL são mães que tiveram uma experiência feliz com a amamentação dos seus filhos e que posteriormente, após exigente formação, foram certificadas pela LLL Internacional.
O que oferece a LLL?
Apoio gratuito em várias áreas:
Reuniões mensais
Ajuda telefónica
Bibliografia sobre amamentação, parto, educação e nutrição
A mais actualizada informação sobre amamentação
Mais de 40 anos de experiência a ajudar milhares de mães
O que fazem aos bebés depois de nascer?
Informem-se pois cada maternidade tem o seu protocolo....
Sabiam que o vosso bebé, foi ( ou vai ser )aspirado?
Aspiração e sondagem – Através de uma sonda, são aspiradas as mucosidades e outras substâncias da boca, nariz e garganta do bebé. Nem todos os profissionais de saúde consideram essencial esta operação, em especial nos casos em que o recém nascido apresenta sinais fortes de que está a respirar bem. O mesmo se passa com a sondagem desde a boca até ao estômago. Há quem defenda que só assim se confirma que não existem mal-formações e que o bebé está em condições de começar a mamar. Na outra fase da moeda estão os que entendem que é preferível não sondar e só o fazer se surgirem sinais de que algo não está bem. E tu o que achas?
E o corte do cordão????
Clampagem ou corte do cordão umbilical – É feita com duas pinças cirúrgicas. Uma é colocada a poucos centímetros do corpo do bebé e outra um pouco mais afastada. O corte é feito entre as duas. Por norma, não se espera que o cordão deixe de pulsar para realizar o corte, mas a Organização Mundial de Saúde defende este compasso de espera, pelos benefícios a nível da oxigenação do sangue do bebé e o aumento das reservas de ferro. Entao porque nao se espera???????????
Sabiam que no vosso bebé, colocaram ( ou vão colocar )gotas nos olhos ?
É administrado ao bebé um colírio ( clorofenicol ) que se destina a prevenir eventuais infecções oculares causadas por microrganismos presentes no canal de parto. Nos casos mais graves, essas infecções podem levar à cegueira. Porém, alguns pediatras questionam a necessidade deste procedimento nos casos em que a mãe não seja portadora de doenças infecto-contagiosas. ( eu coloquei um pouco deste colírio nos meus olhos... fiquei praticamente sem ver....)
E o Teste de Apgar? Foi desenvolvido pela pediatra norte-americana Virginia Apgar e é o método de avaliação global da vitalidade do recém-nascido, baseado na pesquisa dos sinais clínicos mais característicos e fáceis de detectar. Testa cinco parâmetros: frequência cardíaca, respiração, tónus muscular, reflexos e cor da pele. Cada parâmetro pode variar do 0 ao 2, sendo que 10 é o melhor resultado possível. O teste é realizado ao 1.º e 5.º minutos de vida – na esmagadora maioria dos casos – e ao 10.º minuto, nas situações em que o bem-estar do bebé apresente dúvidas, MAS pode ser feito o colo da mãe!!!!
Vitamina K – Na primeira semana, o organismo do recém-nascido não produz esta substância vitamínica, necessária à coagulação do sangue. Assim, para prevenir hemorragias – nomeadamente relacionadas com o coto umbilical, o umbigo e partos com forceps ou ventosas, – é ministrada uma dose por injecção intramuscular. No entanto, existem países onde esta administração é feita de forma oral.
Vale a pena pensar como são recebidos os nossos filhos... a maioria das vezes separados das suas mães para fazerem intervenções desnecessárias!!! Se for necessário fazer algum tipo de intervenção que seja no COLO MÃE!!!!!
terça-feira, 3 de Novembro de 2009
Regulamentação alimentar a nível mundial
Vão ser reintroduzidos químicos que foram proibidos, tais como o DDT
(quem não ouviu falar deste produto fantástico) e o gramoxone(paraquat).
É verdade e tudo isto vai acontecer sem nunca ninguém ter ouvido falar sobre o assunto.
Entra em vigor a partir de Janeiro de 2010....faltam dois meses!
Quem estiver interessado em pesquisar
http://pt.wikipedia.org/wiki/Codex_Alimentarius
Este é o site oficial, parece tudo fantástico
http://www.codexalimentarius.net/web/index_en.jsp
podem confirmar os químicos e podem também confirmar que nós já lá
estamos (Portugal), aliás a Comunidade Europeia aderiu em 2003.
http://www.anovaordemmundial.com/2009/07/codex-alimentarius-nutricidio-planejado.html
http://www.healthfreedomusa.org/ Protejam-se.... protejam os vossos filhos....
segunda-feira, 2 de Novembro de 2009
Eu acredito...
Reflexologia....
Espero conseguir ajudar muitos bebés e suas famílias...
sexta-feira, 30 de Outubro de 2009
quinta-feira, 29 de Outubro de 2009
Festival da Terra começa já amanhã
Horário: Sexta- Feira: 15:00 - 22:00 Sábado- 10:00 às 22:00 Domingo- 10:00 às 20:00
Entrada 5€, grátis para crianças até 12 anos Programa detalhado em www.terraalternativa.com
GANHE BILHETES
ligando para o número 760 30 94 94
O Festival conta com 5 espaços vivenciais. Um AUDITÓRIO, um espaço de WORKSHOPS, um LOUNGE & SPA, um PALCO onde decorrem espectáculos de dança, música e demonstrações e uma ÁREA DEDICADA ÁS CRIANÇAS.
DESTAQUES DE SEXTA FEIRA
AUDITÓRIO
18:00- Diamont Healing Meditation by Amiruddham
20:00- Astrologia com Flávia de Monsaraz
WORKSHOPS
16:00- Neo Humanismo com o monge indiano Dada Dhyanananda
19:00- Rebirthing com Yara Amaral
21:00- Homeopatia. Ciência e Arte de Curar com Mikahail Kudryavtsev LOUNGE AND SPA
18:00.- Hatha Yoga com Natha Yoga
20:00- Dança para Peles com Elisabete Reia
DESTAQUES DE SÁBADO
AUDITÓRIO
13:00 - Yoga do Riso com Cândida Santos
15:00 – Registos Akashicos e Astromedicina no ser Humano
18:00 – Trata a Vida por Tu com Daniel Sá Nogueira
WORKSHOPS
12:30 Cozinha Vegetariana com Brahma Kumaris
16:00 Era de Aquário com Ruth Fairfield
18:00 Biodanza e Bioconsciência com José Pedro e Jaqueline Reyes LOUNGE & SPA 11:00 Aula de Tai Chi e Chi Kung com Carolina Saportas dos Prama 13:00 Coaching Auto Alinhamento com Artemisia Delgado 20:00 Meditação Activa de Osho com Rogério Cruz PALCO 18:30 Danças orientais com Ágata 21:00 Concerto de Taças de Cristal e Voz com Bradford W. Tideu, Indian Rose
nAo percam os contos da Ana Alpande
DESTAQUES DE DOMINGO
AUDITÓRIO
11:00 Meditação e Poder Interior com Mara Gomes dos Brahma Kumaris 15:00 Cura pela Voz com Teresa Gabriel 19:00 Ritual Trance Dance com Kalid da Injoy WORKSHOPS 10:30 Metodo Louise Hay de Isabel Blanco Ferreira 18:00 Tarotúlia com Kimon LOUNGE & SPA 12:00 Aula de Dança de Ritmos Latinos com a ADSAE 13:00 Aula de Yoga com Yoga Sivananda de Lisboa 19:00 Workshop de Zen Shiatsu com Mestre Matsumoto do Nipon Spa PALCO Demonstrações de Kundalini Yoga, Pilates, Chi Kung e Chi Ball 16:00 Demonstrações de dança com a EDSAE 18:00 Meditação Ancestral de Som com Nuno Kamps
Programa detalhado de todos os espaços em www.terraalternativa.com Programa de Actividades para Crianças em www.terraalternativa.com
«O medo é o maior inimigo do parto»
Tem um discurso calmo, pausado, quase que a medir todas as palavras. Receio de ser mal entendido? «Não. Essencialmente, a necessidade de fazer passar abertamente uma mensagem que deveria ser, mas não é, clara», afirma Emílio Santos Leal, uma das mais reconhecidas vozes espanholas na área da humanização do nascimento.
Ao contrário de vários nomes conhecidos no campo da obstetrícia, afirma não acreditar que exista um efeito directo entre a indução do parto, a administração de analgesia epidural e um desfecho por cesariana. Porquê?
Em meu entender, o efeito dominó começa muito antes de ser administrada qualquer substância à mulher.
Então começa quando?
Tem início com a atitude paternalista do profissional, ou profissionais de saúde que atendem a grávida em trabalho de parto, que assumem o papel de salvadores, como se o que estivesse a ocorrer não fosse um processo absolutamente natural, mas uma coisa perigosíssima, da qual é preciso salvar a mulher e o seu bebé. Esta é uma postura altamente incómoda para toda a gente: para os profissionais – absolutamente inválidos pelo medo que sentem – e para a mulher, dividida entre a confiança que deposita e o medo que vê nos olhos de quem supostamente a vai preservar de todo o mal. Esta é, para mim, a primeira peça do dominó.
O medo?
Sim. O medo é o maior inimigo do parto entendido como um processo comandado pela Natureza. E o que leva ao medo? Os fenómenos de paternalismo.
Como assim?
O paternalismo é algo que, numa primeira análise, parece positivo. «Vou salvar-te e, graças a mim, tudo irá correr bem. Por isso, confia». Este é o tipo de discurso que os médicos passam para as mulheres, durante a gravidez e no momento do parto. Ora, este tipo de palavras parecem ser boas mas são também uma das peças do dominó. Porque inferiorizam a mulher e lhe dizem que é incapaz, onde quem actua é a Natureza e, se algo correr mal, trata-se da Natureza também em acção. Quando se plantam grãos de trigo, alguns germinam e crescem, mas outros não vingam. O mundo natural é assim mesmo.
A mulher sente então que não tem capacidade, por si própria, de fazer nascer o seu filho e daí o seu medo?
Certamente.
Mas, em seu entender, o temor alastra também aos profissionais de saúde. De que forma?
Enquanto médico, quando sou paternalista com alguém, sinto-me o seu salvador. Isso engrandece-me e agrada-me, mas pago um alto preço. E essa factura é o peso do encargo por todo o processo de parto e a ansiedade com a perspectiva de que algo possa correr mal, porque as responsabilidades vão ser-me pedidas. Os médicos pedem às mulheres que confiem neles, mas elas percebem rapidamente que quem afirma que as irá salvaguardar de todo o mal está cheio de medo.
Há então um círculo vicioso de medo, da mulher para o médico e deste para a mulher.
Certamente.
E como é que se consegue romper esse círculo vicioso?
Consegue-se de duas maneiras. Uma é deixar que a mulher se prepare para o parto, usando livremente o que a Natureza lhe deu. O corpo da mulher está construído para parir de forma natural e quando se permite que confie nos seus próprios instintos e ritmos estamos a criar um ser realizado e poderoso. Mas não é fácil conseguir isso porque é necessária uma preparação que combata o medo inculcado de forma social durante tanto tempo e, mais concretamente, desde que a mulher sabe que está grávida. E também porque todo este poder – independentemente de ser o melhor para a mãe e o bebé – é também uma ameaça.
Uma ameaça para quem?
Vou dar-lhe um exemplo. Um médico acaba a licenciatura, realiza o internato, escolhe uma especialidade – neste caso a Ginecologia e Obstetrícia – investe anos nessa especialidade, entra para um ‘clube’ onde, supostamente, está quem mais sabe, fica habilitado a tomar decisões e, de repente, depara com uma confrontação a todo esse poder. Como é que um ser humano normal reage? Lutando contra todas essas hipóteses de confrontação e nem sequer admitindo que haja quem tenha mais saber e mais importância do que ele, porque então será posto em causa todo o investimento anterior.
Ou seja, faltam mais exercícios de humildade…
Com certeza. Mas falta também preparar as pessoas para o facto de que, num conceito de parto em que é dada oportunidade à Natureza de entrar em acção, a responsabilidade do que pode acontecer não é do profissional de saúde. Trata-se de um processo natural, fisiológico, onde quem actua é a Natureza e, se algo correr mal, trata-se da Natureza também em acção. Quando se plantam grãos de trigo, alguns germinam e crescem, mas outros não vingam. O mundo natural é assim mesmo.
A preparação tem de incluir ferramentas a usar para quando as coisas não correm bem?
Essa possibilidade é angustiante mas estou convicto de que em cenários de parto com pouca intervenção, as catástrofes ocorrem com muito menos frequência que em meios de alta intervenção. O que significa que nos primeiros casos, o parto não é menos seguro, é mais seguro. É mais difícil resolver uma dificuldade num parto de baixa medicalização, mas essa dificuldade acontece com muito menos probabilidade. Mas há que saber que as catástrofes podem sempre ocorrer e toda a gente tem de estar preparada para a possibilidade de ocorrerem catástrofes.
Reconhece que o seu discurso aparece como radical. Não teme que afaste mais pessoas do que atraia? Ao procurar a defesa de nascimentos centrados na mulher e no bebé, apareça como defensor da não-intervenção absoluta, sejam quais forem as dificuldades e os perigos?
Quero deixar um ponto muito claro. Não sou, de todo, apologista da eliminação da tecnologia e das intervenções, tanto na gravidez como no parto, desde que elas sejam necessárias e fruto de uma avaliação sólida. Por exemplo, na questão das ecografias. Defendo que devem ser realizadas pelo menos duas durante a gestação, para determinar a correcta idade gestacional e para que seja descartada a possibilidade de problemas. O primeiro ponto é importante porque – quando o parto acontece – temos de saber se se trata ou não de uma situação de pré-termo e agir em conformidade. Isto é, encaminhar a mulher para uma unidade hospitalar mesmo que os planos anteriores previssem um nascimento num outro contexto. No segundo ponto, por exemplo, quando detecto uma placenta prévia, sou o primeiro a defender junto dos pais que o parto deve ser realizado em ambiente hospitalar. Como vê, não sou radical!
Considera que a indução pode começar no contexto de relacionamento pessoal em que tem início o parto. Entende então que não existem, na esmagadora maioria dos casos, quaisquer razões para provocar um parto?
Existem situações em que induzir um parto – mesmo sem razões físicas patentes e válidas – pode ser positivo. Por exemplo, se a mulher chegar à conclusão de que não aguenta nem mais um dia grávida porque completou 40 ou 41 semanas, o bebé não nasce, está psicologicamente muito afectada por isso e pede para que provoquemos o nascimento. No ‘deve e haver’ entre o seu equilíbrio físico e mental, a indução é uma boa alternativa a ter em conta. E se necessitar ou desejar, também deve ter à sua disposição a epidural. O importante aqui é que nos asseguremos de que a mulher está plenamente consciente dos possíveis efeitos, mais ou menos positivos, das opções que toma. Durante a minha intervenção no congresso da HumPar, defendi que – segundo pesquisas que realizei e dados estatísticos e evidências científicas que recolhi – a indução e a epidural, apenas por si sós, não predispõem a um maior desfecho por cesarianas. A epidural predispõe a uma maior instrumentalização do parto e é esse conjunto de intervenções que, tantas e tantas vezes, leva à não progressão do processo e à opção final em fazer nascer o bebé por cesariana. Existem muitas decisões que parecem de muito menor importância do que a indução e a epidural e que, no final, se revelam decisivas para o desfecho do parto.
Como por exemplo?
Uma grávida entra espontaneamente em trabalho de parto e está num dos pontos mais alto da existência: prestes a ter o seu bebé. Entra num hospital e é-lhe feita a raspagem dos pêlos púbicos, é colocada a soro e deitam-na numa cama à espera sabe-se lá do quê. Transforma-se, com tudo isto, uma mulher cheia de saúde e vitalidade numa paciente. Mesmo sem indução medicamentosa, entrou-se no «efeito dominó» e rapidamente começam a cair todas as peças, que podem levar ou não a uma cesariana.
É a esse efeito que dá o nome de «induções mascaradas»?
Trata-se de boa parte dos partos classificados como normais. Uma mulher que está à espera de entrar em trabalho de parto tem, muitas vezes, dúvidas sobre se é a hora certa de ir até à maternidade e é habitual que decida ir quando começam as contracções. E aí é avaliada pelo médico ou pela enfermeira, que deveriam estabelecer a existência de dois critérios antes de afirmarem que o parto teve início: uma dilatação de três centímetros ou mais e contracções regulares cada três-cinco minutos. Se estiverem presentes os dois critérios, o parto é uma realidade. Mas se apenas se verifica um, ou não se verifica nenhum – embora a dilatação e as contracções estejam próximas – está-se perante um pré-parto. E é crucial que os profissionais de saúde diferenciem claramente as duas situações e se for realmente um trabalho de parto, comecem a actuar com base nos protocolos estabelecidos. Em variadíssimas instituições espanholas realizam-se acções para estimular ou acelerar um suposto processo de parto: ruptura da bolsa, administração de ocitocina por via venosa, monitorização fetal electrónica contínua…
É um cenário também muito habitual em Portugal…
É um cenário muito habitual em todo o mundo. A questão é que se qualquer uma destas intervenções for realizada a uma mulher que não está em trabalho de parto – embora possa estar em pré-parto –, na realidade o que se está a fazer é uma indução, mesmo se oficialmente não se classificar como tal. E a principal consequência negativa é o aumento de desfechos por cesariana. Ou seja, muitas instituições apresentam um alto índice de cesarianas, com o argumento da não-progressão dos partos quando, na realidade, a situação inicial não deveria sequer ser classificada como um trabalho de parto! É a pressa que está na origem deste erro trágico. E atenção: por vezes a pressa radica na impaciência e no desejo da mulher em colocar um ponto final na gravidez. Em paralelo com o medo, a pressa é uma das grandes inimigas do parto.
Da Física à revolução nos nascimentos
O percurso que levou a Emílio Santos Leal à vanguarda do movimento que pretende revolucionar o nascimento em Espanha é tudo menos linear. Nascido em Valladolid em 1963, licenciou-se em Física, área em que trabalhou durante escassos três anos, antes de iniciar o curso de Medicina. Corria o ano de 1996 – e Emílio Leal estava a meio da especialização em Psiquiatria – quando participou no congresso «Nacer en Casa» e conheceu Consuelo Ruiz. Esta parteira, entretanto falecida, é conhecida como a musa dos partos em casa no país vizinho e com ela Emílio Leal decide fazer nova mudança radical, já que, como o próprio diz, descobriu que não estava «sozinho no mundo, a pensar que a forma de nascer necessitava de profundas modificações». Data dessa altura a sua adesão à «Plataforma Pró Derechos del Nacimiento».
Terminada a especialização em Psiquiatria, e em paralelo com trabalho desenvolvido em hospitais em Espanha e no Reino Unido, Emílio Leal inicia a especialização em Obstetrícia e Ginecologia, começando a acompanhar Consuelo Ruiz – entretanto com 89 anos – nos nascimentos em casa.
De 2004 até hoje, o obstetra sediado em Madrid, tornou-se uma das mais activas e conhecidas vozes que, no seu país, promovem a consciencialização da opinião pública sobre «o que não está bem nos partos, o que se pode e deve mudar e como fazê--lo». É membro da associação «El parto es nuestro», que tem conseguido grande reconhecimento público e político, e em 2008 foi um dos fundadores do Centro Urdimbre, instituição que reúne profissionais médicos, parteiras, doulas e outros interessados nas características holísticas do parto, com o objectivo de criar uma «rede de apoio às famílias que optam por uma experiência de parto mais positiva e natural.» Experiência essa que pode incluir um parto domiciliário com acompanhamento médico e transferência da mulher para o hospital em qualquer altura; ou um parto em contexto hospitalar, com características de acompanhamento e nível de assistência e intervenção previamente definidos.
Revista Pais¨Filhos
quarta-feira, 28 de Outubro de 2009
nós...
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Nunca me passou pela cabeça deixar o trabalho para ser única e exclusivamente mãe. Sempre acreditei que o que o importate é qualidade e não quantidade, por mais que trabalhasse muito, o momento em que estava com os meus filhos era único, repleto de qualidade....
Mas chegou um momento em que eles me mostraram que era necessário mais quantidade com qualidade....

Acho que me estou a tornar uma mãe ( e mulher ) mais feliz, pois estou proporcionar aos meus filhos ( e a mim ) momentos inesquecíveis... Agradeço todos os dias aos meus filhos que me mostraram que a realidade somos nós que a fazemos...
Formação em PNL no Algarve
A Programação NeuroLinguística, foi criada nos anos 70 por Richard Bandler e John Grinder, é “o estudo da experiência subjectiva e o que pode ser feito com ela”.
Workshop Teatro Dinâmico para Mulheres - O Útero
Teatro Dinâmico e o Feminino
1 de Novembro, Oeiras com Mariana Ferreira
O útero é o nosso reservatório emocional, onde guardamos segredos, onde escondemos vergonhas, desejos e sonhos. Nele habitam lágrimas não expressas, criatividade bloqueada, os filhos que não tivemos. Um reservatório de memórias, felizes e infelizes, histórias de romances não concretizados, de medos e raivas recalcadas.
O útero guarda aquilo que ainda não conseguimos expressar. Baú de segredos de todas as idades, com heranças ancestrais, histórias que não são nossas mas que herdámos energeticamente.
Vamos explorar estas histórias num terreno seguro e contentor, junto dos úteros de outras mulheres, junto dos úteros das nossas ancestrais.
Vamos, em Teatro Dinâmico, dar à luz as histórias que precisam de ser contadas, descritas, repetidas. Não há limite para as vezes que precisamos de contar um acontecimento marcante que nos habita o útero. Afinal, quem define os nossos pontos finais, as nossas vírgulas, os nossos ciclos, o nosso ritmo interno?
O processo de Teatro Dinâmico foi desenvolvido por Mark Wentworth em 2003 pela fusão intuitiva de Xamanismo, Psicodrama e Terapias Sistémicas. É um método terapêutico transformador e elucidativo, traz o que há de inconsciente em nós para o consciente e explicita as histórias ancestrais que carregamos por herança genética e energética.
Mais informações em:
http://corpomeutemp
http://teatrodinami
Inscrições: Mariana Ferreira (+351) 966758769 marianavferreira@
Investimento: 50€ (por transferência bancária até 29 de Outubro, NIB Caixa Geral Depósitos – 0035 0549 0000 4810500 05)
Almoço vegetariano: 10€ (por favor avisem antecipadamente se querem almoçar)
Local: Av. 25 de Abril, 3 Vila Fria 2740-176 Porto-Salvo
Dia: Domingo, 1 de Novembro de 2009 das 10:00 às 18:00
Há autocarros que saem da estação de Paço de Arcos e param à porta do consultório.
terça-feira, 27 de Outubro de 2009
The Wall Street Journal publicou um excelente artigo sobre os benefícios de levar uma gravidez a termo e os riscos de induções
Diz-se muitas vezes, que após as 34 semanas de gestação, o bebé só esta a engordar...
Esta nova pesquisa mostra que as últimas semanas da gravidez são mais importantes do que se pensava para o desenvolvimento do cérebro, pulmão e fígado .
Espreitem o Wall Street Journal
segunda-feira, 26 de Outubro de 2009
Excelente ideia!
“Sabe que, no relatório «A Longa Sombra da Criação de Gado - Questões e Opções Ambientais», a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) declara que o sector da criação de gado emite gases nocivos em maior escala que os produzidos por todos os tipos de transportes em conjunto?
Sabe que o Banco Mundial demonstrou que, desde 1970, 91% da deflorestação na Amazónia está ligada às necessidades da indústria da carne, agravando os efeitos do aquecimento climático, que é um dos maiores problemas actuais do planeta?
Sabe que a indústria da carne é responsável por 37% de todo o metano devido às actividades humanas (que contribui para o aquecimento global 23 vezes mais que o dióxido de carbono), em grande parte produzido pelo sistema digestivo dos ruminantes, bem como por 64% do amoníaco que contribui para as chuvas ácidas?
Sabe que a pecuária intensiva é responsável pelo empobrecimento dos solos e põe em risco as reservas naturais de água, uma vez que a produção de um só quilo de carne de vaca necessita de 7 quilos de cereais ou feijões de soja e cerca de 15.000 litros de água?
Está consciente que a criação de gado incide assim directamente sobre o aquecimento climático, a poluição dos solos e dos lençóis freáticos, ao mesmo tempo que representa um terrível desperdício, pois perto de um terço dos cereais produzidos mundialmente destina-se a alimentar animais?
Já pensou que, se os países “desenvolvidos” diminuíssem o consumo de carne, seria possível erradicar a fome que mata perto de seis milhões de crianças todos os anos no mundo?
Sabe que, a manterem-se os números actuais da actividade piscatória, em 2048 não haverá peixes em liberdade nos mares e oceanos, o que acarreta consequências gravíssimas para o ecossistema? E sabe que os peixes e outros animais marinhos criados nas chamadas “fish farms”, usadas como alternativa à pesca em alto mar e que já fornecem metade do peixe consumido pelo ser humano, consomem eles próprios animais pescados em alto mar?
Sabe que as “fish farms” produzem largas quantidades de resíduos, que se espalham pelo oceano e mesmo até à costa, e que as concentrações anti-naturais em que os animais vivem nesses locais favorecem o desenvolvimento de uma série de doenças e parasitas?
A quem interessa este péssimo negócio, que só prejudica o planeta, o homem e os animais, criados, transportados e abatidos nas condições mais cruéis? A ninguém, excepto a uma minoria de grandes empresas e empresários, que, com o apoio dos governos e com a nossa colaboração, enriquece sacrificando à sua ganância as populações, os animais e o planeta.
É por isso que, tal como fez a Fundação Brigitte Bardot em França, o Partido Pelos Animais vem pedir ao Governo português que instaure um dia vegetariano em todas as instituições públicas, convidando as privadas a fazerem o mesmo. A exemplo do que sucede no município de Gent, na Bélgica, onde a Terça-feira foi declarada “veggiedag”, sugerimos que todas as Terças-feiras as cantinas portuguesas apresentem ementas vegetarianas. A par disto, solicitamos aos cidadãos que, pelo bem do planeta, do homem e dos animais, se abstenham de comer carne e peixe nesse dia, o que é também extremamente benéfico para a saúde. Todos nos sentiremos melhor e, quem sabe, descobriremos que podemos estender progressivamente a dieta vegetariana a mais dias.
A redução do consumo de carne e peixe é hoje um imperativo ético, ecológico, terapêutico e económico, bem como o exercício da consciência cívica e política mais esclarecida que cada vez mais urge na actual situação do planeta.
Solicitamos à comunicação social que difunda esta proposta e a todos os cidadãos que a ponham em prática e divulguem por todos os meios.
Sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
A Comissão Coordenadora do Partido Pelos Animais
Fontes:
Livestock a major threat to environment (2006, 29 de Novembro). FAO Newsroom. Acedido em 21 de Outubro de 2009.
Opportunity Untapped (2006, 22 de Março). FAO Newsroom. Acedido em 21 de Outubro de 2009.
Biello, David (2006, 2 de Novembro). Overfishing Could Take Seafood Off the Menu by 2048. Scientific American. Acedido em 21 de Outubro de 2009.
Margulis, Sergio (2004). World Bank Working Paper No. 22: Causes of Deforestation of the Brazilian Amazon [versão electrónica]. The World Bank. Washington, D. C.. Acedido em 21 de Outubro de 2009
Schwartz, Mark (2009, 8 de Setembro). Stanford study: Half of the fish consumed globally is now raised on farms. Stanford University News. Acedido em 21 de Outubro de 2009.
Steinfeld, H., Gerber, P., Wassenaar, T., Castel, V., Rosales, M. e de Haan, C, (2006). Livestock's long shadow Environmental issues and options [versão electrónica]. FAO. Roma. Acedido em 21 de Outubro de 2009.
Stober, Dan (2009, 20 de Fevereiro). Coasts catch fish farming’s dirty drift. Stanford University News. Acedido em 21 de Outubro de 2009.”
Artigo publicado no site www.partidopelosani
Pedido de ajuda para investigação sobre a experiência do parto em casa
Espero que este estudo permita que mais pessoas tomem conhecimento do parto domiciliar, para que deixe progressivamente de ser algo, para muitos, estranho e desconhecido.
Podem contribuir para este estudo, participando numa entrevista:
- Os casais que já estão à espera de um bebé e que planeiam ter o parto em casa;
- Os casais que já passaram pela experiência do parto em casa, uma ou mais vezes.
Contactem-me por email (estudo.partoemcasa
Eu sou da zona de Lisboa, mas pretendo falar com casais de vários locais do país! A data, hora e local da entrevista será de acordo com a vossa disponibilidade.
Até lá! Muito obrigado!
Mário"
APROVEITEM!!!!
Mozart tocava em público aos quatro anos. As suas audiências, além de reis e outros tantos príncipes, tinham uma característica comum: eram compostas por adultos. Muitos anos depois, gerou-se a ideia de que ainda assim a música clássica era a mais ajustada aos ouvidos sensíveis dos bebes. Não é.
O compositor holandês Raimond Lap dedicou parte da sua vida musical a estudar os gostos musicais dos bebés, e descobriu que, na música clássica, em geral os ritmos são demasiado rápidos, as orquestrações muito pesadas e os timbres muito agressivos, tornando-a particularmente desagradável aos ouvidos dos bebés.
Compôs, por isso mesmo, música especialmente adequada a eles. E resolveu, agora, regressar às origens e ajustar as geniais composições de Mozart aos gostos dos bebés, retirando-lhes tudo o que os violenta. O resultado está aí, em mais um Lovely Baby CD, com dez originais de Mozart ajustados aos ouvidos muito especiais do seu bebé. Quem já ouviu, não ouve outra coisa.
(TODAS AS SEMANAS TEMOS UMA MÚSICA NOVA PARA DOWNLOAD)
De acordo com inúmeros estudos, a música é um factor muito importante no desenvolvimento do cérebro das crianças, especialmente no primeiro ano de vida.
O compositor premiado Raimond Lap é internacionalmente reconhecido pelas suas produções originais especialmente concebidas para bebés, e os seus CDs fazem as delícias de milhões de bebés em todo o mundo.
Ao ouvir a música de Raimond, os bebés apreendem as características mais elementares da música - melodia, harmonia e ritmo - o que irá constituir uma mais-valia na aprendizagem musical anos mais tarde.
Educativa e divertida
Todas as produções de Raimond Lap se baseiam em inúmeros elementos educativos e divertidos, que entretêm e simultaneamente educam o seu bebé.
O melhor presente que pode dar ao seu filho é dar-lhe a ouvir os vários CDs de música para bebés de Raimond Lap. Adquira estes CDs aqui ou nas lojas, assegurando que está a comprar apenas o que é melhor para o seu bebé.
Ao contrário da restante música existente no mercado, a música dos Lovely Baby CDs é perfeitamente adequada aos sensíveis ouvidos dos bebés.
Ofereça ao seu bebé o melhor em "edutainment" (um novo conceito que combina educação e entretenimento).
Sabe porque é que esta música, indicada desde a gravidez aos 3 anos de idade, é ouvida por milhões de bebés em todo o mundo e está à venda em mais de 50 países?
- Porque estimula a aprendizagem da leitura
- Potencia as capacidades cognitivas e comportamentais
- Promove o raciocínio espácio-temporal ajudando a um eficaz desenvolvimento das capacidades matemáticas
- Estimula a criatividade e a apetência pela música
- Desenvolve as capacidades e respostas motoras
- Fortalece as ligações pai/mãe-bebé
- Alivia o stress de toda a família
Daqui: http://familia.sapo.pt/artigos/actualidade/passatempos/1022429.htm
Amamentar????????
Artificial Milk: Voldermort of Baby Feeding
Why is the Health of Babies Less Important?
Artificial Feeding – Nothing To Do With Breastfeeding
Consumer Research on Infant Formual and Infant Feeding
Formula for Disaster
Genetic Engineering and Infant Foods
Hot Milk - The Unbottled Truth About Formula
IBFAN
International Breastfeeding Journal
Just One Bottle
Misinformation: Redefining Baby Feeding
Myths
Suck on This
Toxic Phthalates in Infant Formulas
The Case of The Virgin Gut
The Language of Breastfeeding
The Risks of Infant Formula Feeding
What Should I Know About Infant Formula
Yes! Just One Bottle Will Hurt!
nota : é claro que não cai de um 5º andar... mas apeteceu-me responder assim :)
sábado, 24 de Outubro de 2009
O feto possui uma psique própria?
Outra experiência interessante que demonstra a existência da individualidade própria do feto foi realizada em 1982, por Anthony DeCasper, pesquisador norte-americano: ele instruiu um grupo de mulheres grávidas para que lessem, em voz alta, cinco semanas antes do parto, determinada história infantil. Três dias após o nascimento, duas histórias foram lidas aos bebés: a que eles já conheciam, desde o final da gestação, e uma outra desconhecida. As reacções foram medidas através do número de sucções do bebé. Verificou-se que eles sugavam com mais frequência, quando ouviam a história conhecida.
Os problemas psicológicos ocorridos na fase pré-natal afectam a vida ultra-uterina. A Dra. Myriam Szejer, psicanalista de bebés, tem importante casuística de suas “conversas” com recém-nascidos, que demonstram o valor terapêutico no alívio e na solução desses conflitos. Um dos casos, relatados no seu livro Palavras para Nascer, é particularmente doloroso. Numa gravidez gemelar, havia uma malformação muito grave numa das gémeas. Segundo prognósticos médicos, ela poderia nascer, mas teria um curto período de sobrevivência. Como na França, país em que a Dra. Szejer vive, o aborto é legal, os médicos aconselharam aos pais a interrupção in-útero da vida do feto. Uma vez aceite a sugestão, a interrupção foi feita, tardiamente, tendo o feto morto permanecido no útero até o nascimento da irmã, o que se deu, por cesariana, 15 dias depois. Mas, tal como previra a Dra. Szejer, a gémea sobrevivente, de nome Léa, teve sérios problemas, logo após o nascimento: não se alimentava e quando era amamentada à força, regurgitava sem parar, colocando em risco a própria vida. Os problemas eram óbvios para a psicanalista: Léa tinha atrás de si vários meses de companheirismo com a irmã gémea, e esta, de repente, ficara inerte, desaparecendo depois, completamente, do seu contacto. Foi preciso um trabalho muito intenso da Dra. Szejer, muitas conversas com Léa, até que a recém-nascida conseguisse se recuperar do luto da irmã, aprendendo a mamar sozinha, e em grande quantidade, para finalmente ganhar peso e alta hospitalar duas semanas depois. Um caso interessante para demonstrar também o psiquismo independente do feto é o narrado por Thomas Verny e John Kelly no livro A Vida Secreta da Criança antes de nascer, que influenciou especialistas em muitos países, inclusive o Brasil.…Verny conta o caso do bebé Kristina, que lhe foi relatado pelo Dr. Peter F. Freybergh, professor de obstetrícia e ginecologista da Universidade de Upsala, na Suécia. Kristina era um bebé robusto e comportado que revelou um estranho comportamento: recusava-se a mamar no seio da mãe. Aceitava o biberão ou o seio de outras mães, mas não queria nada com o alimento materno.O Dr. Peter, indagando da mãe a razão de tal comportamento, recebeu um “não sei” como resposta. Ela dizia não saber o motivo. Quando, porém, o Dr. Peter foi mais incisivo na pergunta: “Mas você desejava realmente esta gravidez?”. Ela esclareceu: “Eu queria abortar, mas meu marido desejava esta criança, então, mantive-a”.“Isto era novidade para o Peter, mas obviamente não o era para Kristina”, comenta o Dr. Verny. E acentua: “Ela havia percebido há muito tempo a rejeição de sua mãe e recusava-se a formar a ligação com esta, após o nascimento. Afectivamente rejeitada no útero, Kristina, com apenas quatro dias de vida e inteiramente dependente, estava firmemente decidida a rejeitar a sua mãe”.Concluindo: “É provável que, com tempo, amor e paciência, a mãe de Kristina ganhe, de novo, a afeição da criança. Mas esta já existiria se a ligação tivesse sido formada antes do nascimento”.Como e quando Kristina “soube” da rejeição? Os pesquisadores não têm, ainda, todas as respostas. Sabe-se, no entanto, que, desde o zigoto, existe a comunicação fisiológica ou biológica intensa, entre os dois seres, intermediada por hormónios, neurotransmissores, substâncias do sistema de defesa, etc. tudo devidamente registrado pela extraordinária capacidade de memorização do embrião, desde a formação da célula-ovo.
Por esses e outros dados, a Dra. Joanna Wilheim afirma, com justa razão: “Se conceituarmos inteligência como a capacidade para auto-gerir-se mentalmente; adaptar-se e adequar-se a situações novas; seleccionar condições e aproveitar experiências – o que implica aprendizado e memória -, podemos concluir que de facto elas estão presentes no feto desde o período inicial da gestação”. (ver também o livro O que é a Psicologia Pré-Natal)
Dr.ª Marlene Nobre, presidente da Associação Médico Espírita do Brasil
sexta-feira, 23 de Outubro de 2009
Parto em casa
http://www.changesu
Obrigado Migo!
Curso - Primeiros Socorros Emocionais
O Stress na Maternidade e Paternidade
Paula Diederichs em Portugal 2010
É com muito orgulho que a ForAll – Desenvolvimento Pessoal e Bem-Estar, Lda.,
apresenta aos técnicos a oportunidade de conhecer e vivenciar uma experiência única no curso de Primeiros Socorros Emocionais segundo o método da Dr.ª Paula Diederichs, Berlim;
com a sua presença e supervisão. Nos exercícios vivenciais facilitados durante o curso, os
participantes serão convidados a tomar consciência dos seus próprios processos de gestação
e parto. O impacto que este trabalho pode ter na prática quotidiana dos formandos é de
grande relevo e tem-se implementado noutros países da Europa como sendo exemplo a Alemanha e a Áustria.
Objectivos do Curso
Este curso pretende, dotar os formandos de novos métodos de intervenção em situações de crise que surjam numa das seguintes fases: Gravidez, 1.ª Infância ou Parentalidade.
Serão abordados três níveis de intervenção:
1º- Trabalho no corpo da criança: a partir de uma perspectiva biológica/emocional; a criança é observada como ser independente, que precisa de ajuda. O bebé / criança reaprende o equilíbrio emocional.
2º- Trabalho no corpo da mãe/pai: A mãe, quando serena na relação consigo própria, pode estabelecer uma boa vinculação com os filhos.
3º- Trabalho na relação, a discussão terapêutica com o objectivo de entender e tratar, a fim de detectar os problemas: aprender a entender a empatia que existe entre todos os intervenientes e em todas as condições de vida, falar sobre as emoções, permite que volte a fluir a energia e assim também o amor.
Conforme tem vindo a ser comprovado por diversos autores, (desde os estudos bioenergéticos de Wilhelm Reich (1866-1957) que se debruçaram sobre as importância da fase do início da vida para o desenvolvimento do ser humano), a assistência ao feto e ao bebé na sua relação com a mãe e o pai é determinante para saúde emocional do indivíduo.
O trabalho desenvolvido por Paula Diederichs baseia-se numa atitude de tolerância e o respeito pelo outro, e pelo tempo do outro. Além disso este método utiliza um conhecimento prático de técnicas de massagem que, com toques suaves, permitem desfazer bloqueios musculares e tensões corporais.
Este curso oferece uma oportunidade de, através das manifestações subtis da linguagem corporal, aprender a entender os bebés assim como as suas mães: indo para além da razão, aprende-se a ouvir com o coração.
Currículo dos Formadores
Dr.ª Paula Diederichs: Terapeuta psico-corporal, diplomada em Pedagogia Social/ Associada da DGK e do ISPPM/ Autora, Lecciona na Hochschule Darmstadt und Alice Salomon Hochschule Berlin "Trabalho de vinculação da terapia psico-corporal para a gravidez o bebé/criança e seus
pais", criou há 12 anos cinco Centros de Serviço Ambulatório para Bebés Coléricos, em Berlim, que ainda hoje dirige (Universidade Livre de Berlim realizou avaliação externa em 2000). Formadora de profissionais na área da Terapia Psico- Corporal, para a fase entre a gravidez/parto e primeira infância; actualmente em Berlim, (certificado pela Câmara de Psicoterapeutas de Berlim) Wuertzburg, Darmstadt (Cooperação/Certificção da escola superior de Darmstadt, departamento de Assistência Social), Casa de Formação de St. Virgil em Salzburgo, e em Lisboa.
O grupo de trabalho Crescer com Colo (http://www.freewebs.com/crescer-comcolo/ ) é composto pelos primeiros técnicos formados em Portugal pela Dr.ª Paula Diederichs.
Com a supervisão desta, a Dr.ª Claudia Pinheiro, a Enf.ª Lurdes Rodeia e a Dr.ª Claudia Pires de Lima tomarão corpo no grupo de formadores desta acção, seleccionadas não só pela sua prática mas também pelo seu empenho em divulgar e dinamizar esta corrente no nosso país.
Dr.ª Claudia Pinheiro: Licenciada pela Universidade Técnica de Lisboa; terapeuta de Massagem Biodinâmica e Apoio psico-corporal a grávidas e bebés; membro da direcção da Maternar – Rede de Apoio à Maternidade; formadora na Academia de Saberes, Aveiro; facilitadora de formação de profissionais "O Toque nos Bebés", e de "Relaxamento e Massagem" na AAUAv; membro da Ass. Wombtwin.com; coordenadora das primeiras formações de Paula Diederichs em Portugal, faz também a tradução consecutiva dos seus cursos.
Enf.ª Lurdes Rodeia: Enfermeira Obstetra, Professora na Escola Superior de Enfermagem de Beja, formada em Primeiros Socorros Emocionais com Grávidas, Bebés e Pais, Doula, com particular interesse pela humanização do parto, sócia da Humpar e da ADP.
Presidente da Associação Ser Vida.
Dr.ª Claudia Pires de Lima: Licenciada em Psicologia, Terapeuta Familiar (em supervisão), com formação em Primeiros Socorros Emocionais com Grávidas, Bebés e Pais.
Experiência de 4 anos em Departamento de Pedopsiquiatria, elemento do Centro de
Investigação para a Psicologia em Desenvolvimento, com artigos publicados e vários estudos
desenvolvidos. Gerente da ForAll, Lda. e co-fundadora do grupo Crescer com Colo. Sócia da
Ser Bebé. Faz clínica privada no Porto e em Paredes de Coura e é Técnica de Psicologia num
Protocolo com a Segurança Social.
Público-alvo
Técnicos que trabalhem ou queiram vir a trabalhar directamente na área do desenvolvimento infantil e/ou intervenção precoce, bem como nas fases pré- e pós- parto.
É uma formação com divulgação a nível nacional pelo que pode haver a facilidade de dividir as sessões entre as cidades: Porto e Lisboa.
Equivalências
Poderão ser atribuídas equivalências aos Psicólogos no módulo "Teorias da Vinculação"
Calendarização
Ano 2010
26, 27, 28 de Fevereiro
27, 28 de Março
21, 22, 23 de Maio
11, 12, 13 de Junho
9, 10, 11 de Julho
17, 18 de Setembro
14, 15, 16, 17 de Outubro
Horário: das 9h30 às 13h00 e das 14h30 às 18h00 (duração: 7h por dia)
Total de carga horária: 20 dias, 140horas
Local das Formações
ForAll, Lda., Rua Sta Catarina, n.º722, sala 203 – 4000-Porto
Pousada da Juventude do Porto (e Lisboa se se justificar).
Custo e formas de pagamento
1170€ (+ IVA à taxa em vigor) – inscrições até 31 de Dezembro*
1300€ (+ IVA à taxa em vigor) – inscrições após 31 de Dezembro*
(50% na inscrição e o restante em cheques pré-datados consoante contracto elaborado)
Inscrição
Para se inscrever basta enviar-nos um e-mail para primeiros.socorros.emocionais@gmail.com com os seus dados pessoais e curriculum vitae.
Posteriormente será agendada uma entrevista pela coordenadora/responsável do curso
que ditará o deferimento da sua candidatura.
Limite Máximo de Inscrições: 14 formandos
Certificação
A todos os formandos será atribuído um certificado de participação e de aquisição de competências a intervir na área de Primeiros Socorros Emocionais.
Programa (provisório)
1º Encontro (Dr.ª Paula Diederichs) (com tradução consecutiva)
Introdução
. Apresentação dos formandos e da formadora
. Apresentação geral do programa
A Gravidez
. Modificações externas durante a gravidez
. Modificações internas durante a gravidez
. Contactar e comunicar com grávidas
. Intervenções de terapia corporal em grávidas (massagem, terapia psicocorporal
e terapia bonding)
. Trabalho de auto-conhecimento sobre esta temática e sobre o nascimento
2º Encontro (Enf.ª Lurdes Rodeia)
Fisiologia da gravidez, parto e puerpério
Importância da preparação do casal para o nascimento
Como actua a Natureza?
A evolução…
. Parto Natural
. Parto na Água
. Parto em Casa
O apoio à mulher depois do parto.
. "O desafio da mulher começa aqui…"
3º Encontro (Dr.ª Claudia Pinheiro)
Bases da Terapia Psico-corporal
. Exercícios de consciência corporal e auto-conhecimento
. Modelo energético de Wilhelm Reich
. Ectoderme, mesoderme e endoderme
. As 3 camadas da personalidade
. Massagem das Saídas e Distribuição de energia
. Estímulo Mínimo (Eva Reich)
. A procriação no mamífero
4º Encontro (Dr.ªClaudia Pinheiro)
Relação terapêutica
. Transferência e contra-transferência em Terapia Psico-Corporal
. Atitude base do terapeuta na Terapia Psico-Corporal familiar
. Intervenções de Terapia Psico-Corporal
. Exercícios de auto-conhecimento
Diferentes aspectos do papel maternal e paternal
. Aspectos e dificuldades do papel de mãe
. Aspectos e dificuldades do ponto de vista do pai
. Transição da díade homem-mulher, para uma família com um relacionamento
a três
. Supervisão das experiências práticas dos formandos
5º Encontro (Dr.ª Claudia Pires de Lima)
Teorias de Vinculação
. Introdução às teorias de vinculação (bonding)
. Relação mãe/pai - filho, e relação entre os pais
. Enquadramento sócio-cultural da família
Trabalho com Bebés
. Diagnóstico geral no trabalho com bebés
. Estratégias da terapia corporal em distúrbios de vinculação
. Potencial de intervenção sistémica em distúrbios de vinculação
. Toque e segurar ao colo (holding), e respiração anti-stress
. Exercícios de auto-conhecimento
. Massagem de centramento
. Massagem do bebé
6º Encontro (Dr.ª Claudia Pires de Lima)
Trabalho na Primeira Infância
. Princípios básicos e distúrbios no trabalho com crianças pequenas
. Conflitos de ambivalência
. Intervenções de terapia corporal em diversas patologias
7º Encontro (Dr.ª Paula Diederichs) (com tradução consecutiva)
Primeiros socorros emocionais: Estratégias de intervenção de crise…
. Primeira Infância (0-3 anos de idade)
. Redução do stress da grávida
. Perturbações relacionais na díade Pais - Criança
Encerramento
. Apresentação das contribuições pessoais dos formandos
. Avaliação da formação
Organização:
ForAll – Desenvolvimento Pessoal e Bem-Estar, Lda.
Divulgo
CONVITE
Lembra-se de como aprendeu a ler? A escrever? Os números? As contas?...
A nossa proposta é que venha vivenciar de novo estes processos.
Partindo do trabalho que desenvolvemos com as crianças, tanto ao nível da
estrutura das aulas, como dos próprios conteúdos, vamos recriar um conjunto de experiências que sejam um ponto de partida para uma conversa de esclarecimento sobre a proposta pedagógica que queremos apresentar, proposta esta que pretendemos disponibilizar para as crianças da zona da grande Lisboa.
Vamos voltar à Escola! Venha ser de novo Criança numa Aula Aberta
de Língua Materna do Primeiro Ciclo do Ensino Básico,
no âmbito da Pedagogia Waldorf.
Para Professores, Educadores e Pais
24 de Outubro, sábado, às 10:00 horas
Biblioteca Municipal de Cascais Infantil e Juvenil
(Parque Marechal Carmona, Av. Rei Humberto II de Itália, Cascais)
Com a seguinte estrutura:
10:00h Acolhimento
10:15h Aula Aberta (Roda Rítmica, Conteúdo Pedagógico, História)
11:30h Tempo de Partilha
12:30h Encerramento
Dinamizado por AWS (Associação Waldorf de Sintra)
Inscrições de segunda a sexta das 9h30 às 17h30
pelo telefone 214815326/7
Agradecemos Contribuição para material e deslocações
após a participação
quarta-feira, 21 de Outubro de 2009
Oração do Segredo do Parto
Eu ORDENO a retirada da minha mente todas as crenças, conceitos, pensamentos, imagens, frases, pessoas negativas e TUDO que me limitou até aqui sobre o parto.
Eu conquisto os meus objectivos com facilidade, eu conquisto o parto que desejo.
Vivo a minha a vida com alegria, calma, serenidade e harmonia comigo e com todo o universo.
Agradeço a tudo que sou e tudo que tenho. Sei que o poder da consciência é ilimitado e que a Consciência Una está comigo em todos os lugares.
Reconheço que sou um ser em constante movimento de evolução. Escolho agora meu progresso físico, mental, emocional e espiritual e agradeço o meu estado.
Sou feliz porque consigo sempre o que preciso e em abundância.
Dentro de mim estão virtudes, qualidades, competência, sabedoria e inteligência que fazem a minha vida feliz, realizada e ampla.
Supero qualquer tipo de obstáculo.
Diante de mim desenha-se um futuro de muita acção, construção e alegria.
A opinião dos outros não me afecta.
Estar grávida É maravilhoso, em todos os momentos estou mais feliz!
Eu sou saudável. O meu bebé é saudável.
O meu organismo funciona, e eu sou só saúde, paz, vivacidade, beleza e alegria.
É maravilhoso, maravilhoso, maravilhoso!
Obrigado, obrigado, obrigado!
A minha vida é do tamanho dos meus sonhos!
Sou perfeita, sou saudável em corpo e consciência, alegre e forte, tenho amor e muita sorte, sou feliz, inteligente, vivo positivamente, tenho paz, sou um sucesso, tenho tudo o que peço, acredito firmemente no poder da minha mente!
EU SOU, EU POSSO, EU CONSIGO, EU REALIZO!!!
Eu nasci com a capacidade inata para parir o meu filho!
terça-feira, 20 de Outubro de 2009
pompoar
Stella Alves volta a Portugal com os seus dois fantasticos workshops!
das 9h ás 13h Pompoarismo e das 14h30m ás 18h30m Segredos da Sedução
Pompoar?
Pompoar é o controle dos músculos circunvaginais, onde a mulher que domina esta técnica ficará com a musculatura da vagina forte , sentindo e proporcionando mais prazer sexual. O "Pompoar" surgiu no oriente, precisamente na Índia, e é uma técnica que é praticada há milhares de anos, em vários países; na Tailândia é passada de mães para filhas desde pequenas. Tem como objectivo melhorar a saúde da mulher e como consequência proporcionar muito prazer sexual ao casal. A técnica do Pompoar ajuda na prevenção de problemas dos músculos pélvicos, evita cirurgias de correcção de incontinência urinária, diminui a cólica menstrual, evita a queda do útero e da bexiga. Através desta ginástica vaginal, a mulher consegue, no parto, ter o bebé com mais facilidade, tornando o parto mais rápido. É uma óptima forma de recuperação pós-parto.
Segredos da Sedução?
Neste workshop Segredos da Sedução (Massagem Sensual, Tailandesa e Strip-tease), vai aprender a sentir-se mais sensual e autoconfiante, tornar-se ainda melhor na arte do prazer e sedução e criar momentos ainda mais inesquecíveis.
Preço:
1 workshop 75 euros
2 workshops 100 euros
Inscreva-se já! transferindo o valor para o nib 0019 0092 0020000272893 e confirme pelo mail catarinapardal@sapo.pt ou pelo 919267844.
segunda-feira, 19 de Outubro de 2009
A cereja no topo do bolo
Eu pesava que já tinham inventado tudo para ajudar os pais a.. no fundo... não serem pais....Desde espreguiçadeiras, a andarilhos a quantidade de artifícios para facilitar a vida aos pais, ou melhor, a desresponsabiliza-los é enorme...
Pesava eu que o canal de televisão para bebés era o top dos tops... mas enganei-me....
Queridos pais..... agora já não perdem tempo a dar biberão aos vossos filhos! Eles conseguem beber
sozinhos!!! É a cereja no topo do bolo!!!!!Já não precisam de tocar os vossos filhos!!
Era interessante fazer um estudo sobre estes bebés... que adultos serão? Esta bebé tem apenas 4 meses!!!!! Só eu é que acha que ESTA TUDO DOIDO?!!!! Imagens retiradas do site que faz publicidade ao hands free feeding system.
domingo, 18 de Outubro de 2009
Formação de Doulas
no Hotel Alambique d'Ouro no Fundão
http://www.hotelalambique.com/
Para últimas inscrições contactar doulasdeportugal@yahoo.com
Vagas limitadas
Possibilidade de preços acessíveis para as formandas no Hotel.
Boneca polémica ensina a amamentar
Diário de noticias
Brinquedo foi lançado em Espanha e vai ser comercializado um pouco por todo o mundo. Dois pediatras portugueses consideram que a boneca é algo de "absurdo" e mesmo "antinatura".
Era uma ideia que, aparentemente, tinha tudo para ser um sucesso de mercado. Criada em Espanha, a "Bebé Glotón", no nome original, é uma boneca que permite às crianças imitar os gestos da mãe amamentando o filho. A polémica surgiu de imediato.
A boneca, com cerca de 50 centímetros, inclui uma espécie de miniblusa que deve ser vestida pelas crianças para simular os seios. Numa primeira versão tinha mesmo uma reprodução de seios, mas foi substituída e no seu lugar surgem duas flores. A boca da boneca encaixa nas flores e repete os movimentos e ruídos da sucção. Se no final continuar com fome chora e a "mamã" terá de trocar de peito.
Para a Federação Espanhola de Associações Pró-Lactância Materna, que apoia o projecto da empresa espanhola Berjuan, e que terá tido apoio de fundos europeus, o brinquedo é "uma forma de educar as meninas sobre a importância da amamentação". Só que a inovação não foi bem aceite no estrangeiro e várias associações de pais, famílias e até pessoal clínico criticam o brinquedo, alertando que pode incitar ao aumento dos índices de gravidez infanto-juvenil.
A Alta Comissária da Saúde, e pediatra de formação, Maria do Céu Machado, diz não conhecer o brinquedo, mas alerta que "não devemos ser tão radicais" pois "não se trata de um problema de saúde pública". Mas sempre vai alertando que boneca lhe parece desadequada. "É algo completamente anti-natura. Não me parece o mais adequado", disse, frisando que tal posição "que nem é tanto pela questão da gravidez infanto-juvenil, que depende de outros factores". "As crianças gostam de brincar e imaginar, mas não precisam disto, em alguns aspectos é algo que considero desajustado", frisa.
O pediatra Octávio Cunha diz que "promover a amamentação juntos das meninas é completamente absurdo, sórdido mesmo". O especialista diz que "o desejo de amamentar é um sentimento que vai surgindo naturalmente durante o desenvolvimento da mulher". E lembra que a "mãe que é forçada a amamentar, devido à pressão social, é uma mãe infeliz e que torna o bebé infeliz".
A porta-voz da Associação Real de Parteiras do Reino Unido, Janet Fyle, diz que "deve haver outras formas de educar as meninas para que vejam como normal acto de amamentar". O presidente do Fórum Espanhol da Família, Rafael Lozano, considera "inapropriado permitir que a criança imite este gesto pois pode ter conotações sexuais equivocadas". http://dn.sapo.pt/inicio/portugal/interior.aspx?content_id=1393289
sábado, 17 de Outubro de 2009
sexta-feira, 16 de Outubro de 2009
AMANHÃ.....
Sabem onde vou no Domingo?
Á Casa de Iniraah, em Sº João das Lampas, Sintra ( http://www.ashmariam.com/ ) com os meninos para mais um
Workshop(zinho) Uma história, os Saquinhos dos Beijinhos e a Gratidão uma actividade orientada por Elsa Santos (Esta actividade destina-se a crianças de todas as idades )
Horário: das 11h às 12:30
Valor: 5 € por criança ( os adultos não pagam ) RECOMENDO VIVAMENTE!!!
People tell you how tired you'll be,
but they don't tell you...
that you'll be able to survive without much sleep
because the simple act of looking at your baby
is stirring, gratifying, energizing.
- Carol Weston
Aproveitem que é de BORLA!!!!
Dia 16 - Dia Mundial da Alimentação
E porque hoje se celebra o Dia Mundial da Alimentação, e porque queremos agradecer a todas as seguidoras BabySol® pela sua fidelidade, carinho e divulgação, oferecemos a todas as mamãs uma prenda...
MENÚS BabySol® GRATUITOS PARA TODAS!
Durante as 00H00 do dia 16/10/2009 e as 00H00 do dia 17/10/2009, vamos oferecer os exemplares, em formato digital, dos Menús BabySol que temos vindo a publicar.
Para isso envie-nos um email e diga-nos que Menú deseja receber: 4-6 meses/6-8 meses/8-12meses/
Por isso, não perca tempo! Avise as suas amigas...
Hoje queremos contribuir para uma alimentação, mais específica e cuidada de todos os Bebés do planeta, cumprindo as suas exigências nutricionais e agradando a Mamã com as famosas Dicas BabySol®!
Boa?
Dra. Solange Burri
Consultora em Alimentação
http://www.babysol.
alimentacaobebes@
quinta-feira, 15 de Outubro de 2009
Encontro da La Leche League
Domingo dia 18 de Outubro, das 11h00 às 12h30m, em Telheiras, nos jardins ao pé do metro com Mónica Pina inscrições liga.do.leite@gmail.com e sábado, 24 de Outubro das 10.30 até as 12h em Alcabideche, Cascais com Natália Fialho inscrições ncfialho@gmail.com . Os encontro são grátis, aproveitem!
Para mais informações sobre a LLL, consultem www.llli.org
“Se queres te conhecer a ti próprio, observa o mundo.
Se queres conhecer o mundo, procura em ti próprio”.
Rudolf Steiner
Sábado dia 17 estarei no Toys R´ Us do Colombo
Ás 11horas, para falar sabre os cuidados com o bebé ( o banho, a muda da fralda, etc)
Apareçam, a entrada é livre!
quarta-feira, 14 de Outubro de 2009
Aula sobre parto
- Posições favoráveis para o Trabalho de Parto
- Posições favoráveis para o expulsivo
- A “importância” da respiração
- Como o pai pode ajudar
Contribuição livre, cada um dá o que quer.
terça-feira, 13 de Outubro de 2009
segunda-feira, 12 de Outubro de 2009
Para quem deseja um VBAC....
My Journey to a VBAC from Lindsey Meehleis on Vimeo. Estou sem palavras...
Receitas para Bebés - divulgo
BabySol® , Portal on-line direccionado para a Alimentação Infantil, pretende dar resposta às exigências de jovens pais e lança assim os Menús de Receitas para Bebés, com receitas práticas e de fácil executação que respeitem as necessidades nutricionais das diferentes faixas etária.
Menú BabySol® 4-6 meses - 2€ (exemplar de 12 folhas/receitas/7 dias da semana/dicas para esta faixa etária)
Triste ignorância!
Jornal de Notícias) a crónica "Bem-vindos de volta às cavernas" de Joel
Neto, em que o autor ridiculariza o vegetarianismo. Podem ler aqui:
http://www.centrovegetariano.org/images/noticias%20sabado-vegetarianismo
.jpg . O Centro Vegetariano está a preparar uma resposta oficial, mas
todos os leitores podem enviar também a sua opinião para:
ns@noticiassabado.pt (contacto da revista) e para
neto.joel@gmail.com (contacto do cronista).
sábado, 10 de Outubro de 2009
sexta-feira, 9 de Outubro de 2009
Parto a agua - Sessão informativa para o público em geral e formação para profissionais
Dia 25 de Outubro das 15 às 17
Sessão informativa para o público em geral
Contamos ter testemunhos de casais.
Preço do bilhete são 3€ e a receita da bilheteira reverte a favor do Projecto Espaço Cegonha da Maternidade Dr. Alfredo da Costa
Reservas: contactar 21 228 87 15 ou cineteatro@cm-Sesimbra.pt
Dia 26 de Outubro das 10-17hrs
Formação Introdução aos Cuidados no Parto na Água - Módulo I
Dirigida a todos os interessados neste tipo de Parto
Mais informações e inscrições no nosso site.
Dia 27 de Outubro da 10-17hrs
Formação Cuidados Holísticos em Situações de Emergência no Parto na Água - Módulo Extra
Dirigida a todos os profissionais de saúde que tenham realizado o Módulo I
Mais informações e inscrições no nosso site.
Estas iniciativas contam com o apoio:
-Hotel Spa Sesimbra
-Camara Municipal de Sesimbra
-Revista Pais&Filhos
Mais informação:
BioNascimento
e-mail: profissionais@bionascimento.com
tlf.: + 351 93 720 16 30
Fax: 21 087 82 15
Banco de leite da MAC com 16 doadoras
| Texto: PAIS & Filhos | |
| 06 Outubro 2009 | |
| «A receptividade excedeu as nossas expectativas» afirmam os serviços da maternidade.
O primeiro banco de leite humano, que começou a funcionar em Agosto na Maternidade Alfredo da Costa, em Lisboa, aceitou já a inscrição de 16 mulheres e recebeu leite de 12, informou a instituição numa nota divulgada pela Agência Lusa.
A 10 de Agosto foi efectuada a primeira pasteurização de cerca de três litros de leite e desde então foram realizadas três pasteurizações. Foram doados cerca de 17,5 litros e rejeitados 1,5 litros após os primeiros testes bacteriológicos. A colheita é feita em casa pela doadora e a recolha periódica é realizada por uma empresa.
«A receptividade pelas potenciais dadoras excedeu as nossas expectativas. Constata-se um excepcional e louvável altruísmo, uma adesão excelente aos procedimentos, que se tem traduzido numa excelente qualidade microbiológica e nutricional do leite já recebido», refere a MAC, num primeiro balanço do projecto.
«Trata-se de mães verdadeiras heroínas, que não só se preocupam com os seus filhos, como têm generosidade para pensar nos prematuros de outras mães com pouco ou nenhum leite», descreve a unidade de saúde.
Numa primeira fase, o leite recolhido é para bebés prematuros da MAC, mas já houve contactos de coordenadores de outras unidades da área de Lisboa e de Coimbra para que os seus prematuros também possam consumir o leite pasteurizado a «curto prazo». Mas neste momento ainda decorre a fase de implementação dos procedimentos para dar o leite pasteurizado aos bebés.
A MAC refere ser «natural» que em Portugal, como já sucedeu noutros países, haja «algumas reservas» das mães que recebem o leite materno de outras mulheres. Mas «as reservas vão-se esbatendo com o esclarecimento e com os resultados», refere ainda a unidade, lembrando que no Norte da Europa é «praticamente impensável um bebé muito prematuro não tomar leite humano, independentemente de a mãe ter ou não».
Até ao final do ano, a MAC quer manter ou aumentar o número mensal de dadoras, a «administração progressiva, crescente, aos prematuros da Unidade de Cuidados Intensivos e Intermédios». Em termos de receptores, a unidade prevê entre 20 a 40 prematuros. |
Workshop Zen Babies «Fullmoon» Para Grávidas
Musica para grávidas.Aproveitem que é de Borla!
10 de Outubro 2009, 16h - Sábado Biblioteca Municipal de Sintra Inscrições e Informações: 21 923 61 77
Espreitem e oiçam :) AQUI
OFICINA - ANJOS EM LÃ - 10 OUT - LOCAL: ESPAÇO CUCAS

Oficina do Anjo em lã
Com teatro de marionetas
10 Outubro às 10h30
A actividade inicia-se com um teatro de marionetas onde se conta a história do menino que não queria dormir. Durante o teatro vamos aprender a cantar a musica do Anjo da Guarda e no fim vamos criar em lã virgem branca o nosso Anjo da Guarda.
Considerações acerca desta actividade: Esta actividade é inspirada na pedagogia Waldorf, onde se dá preferência aos materiais naturais como a lã, madeiras e seda. Os teatros de marionetas Waldorf passam-se num ambiente onírico de leveza e fantasia com movimentos e cores suaves, os bonecos não têm cara para que seja a criança a dar expressão ao seu rosto e são feitos de lã e seda. A música têm um papel fundamental já que acalma os meninos e ajuda a criar o ambiente necessário para que a história possa ser contada. Criar o anjo no fim do teatro para além de trabalhar competências ligadas à destreza e criatividade é uma forma das crianças poderem levar para casa um pedaço da magia sentida durante o teatro, onde um dos personagens principais é justamente o Anjo da Guarda.
Duração: 1h30/2h
Min/Máx de participantes: 5/10 crianças acompanhadas por um adulto (idade + 3 anos)
Preço por pessoa: € 10
Material incluído - no fim as peças ficam para os meninos
Local: Espaço Cucas – Av. D. Afonso Henriques, loja 3 – Galerias da Villa – Arruda
Tel.: 263 976 272 / Telm.: 918 124 087 – Email.: geral@espaco-cucas.com
INSCRIÇÕES ABERTAS
quarta-feira, 7 de Outubro de 2009
Coisas giras para fazer com os miúdos... e não só :)
Próximos mini-workshops e ateliês
*Setembro* Outubro*Novembro*(todos os preços incluem material)
Crianças
*Ilustra o teu coração* um tema por mês, uma viagem dos sentidos através da magia da arte...
3-6 anos
24 Outubro - sábado das 11h às 12.00h
21 Novembro - sábado das 11h às 12.00h
12€(desconto para manos)
É necessária marcação aqui.
7-12 anos
25 Outubro - domingo das 11h às 12.30h
22 Novembro - domingo das 11h às 12.30h
15€(desconto para manos)
É necessária marcação aqui.
Adultos
*O meu coração de mil cores*
ateliês livres e ateliês temáticos, onde a Arte, a criatividade é o impulso interior para a nossa descoberta e transformação...
Workshops de Criatividade
24 Outubro-sábado
22 Novembro -domingo
Workshops de cerâmica
14 Novembro -sábado
Ateliês livres de experimentação
experimentação de materiais à escolha e onde podem trazer os vossos para experimentar. O custo neste caso é simbólico de 5€.
A criatividade em grupo vibra mais alto.
31 Outubro- sábado
28 Novembro - sábado
15 às 17.30h/18h
30€
É necessária marcação aqui.
Pais e filhos
Espiral de Amor e Criatividade * ilustrar as memórias das férias em família...
11 Outubro - domingo
15 às 17.30h
25€ com materiais incluídos para 2 (1 pai + 1 filho)
Mínimo 4, máximo 8 pessoas.
Onde: Ateliê: Avenida 15 de Agosto, 112 - Alvarinhos
(estrada Sintra-Ericeira)
Telefone: 931 620 285
(transporte da Portela de Sintra às 14.25h - Mafrense)
Mais info :Tm: + 351 931 620 285
www.sara-teixeira.blogspot.com
http://www.flickr.com/photos/sarateixeira/
Relato do nascimento do Tomás
Estava em Espanha e por mero acaso acabei por ir parar a uma maternidade onde o protocolo parecia ser o de reservar as hipóteses de uma cesariana às situações estritamente emergentes e explorar todas as alternativas possíveis antes de avançar com essa decisão.
Mas isto, como disse, foi por mero acaso. Curiosamente, saí daquela primeira experiência com a sensação de que aqueles médicos e enfermeiros tinham salvo a minha vida e a da minha filha... que nasceu com os olhos totalmente arregalados e uma expressão apavorada que não consigo esquecer.
Apesar de me terem permitido esperar até às 42 semanas, quando as contracções se fizeram sentir com alguma intensidade e decidi passar por lá já não me deixaram sair, devido ao tempo de gestação, pois mesmo que não estivesse em trabalho de parto, iriam induzir, de qualquer forma. Assim, deram-me uma droga qualquer para me manter quieta e caladinha durante a noite, apesar das contracções, que podiam muito bem ter sido aproveitadas e assim fiquei, à espera que a manhã trouxesse o obstetra que ia parir a minha filha. Já no dia seguinte, e até às 21 horas desse dia, quando a Beatriz finalmente cedeu e decidiu sair (eu no lugar dela também não estaria com muita vontade de vir cá para fora...), tivémos tudo a que tínhamos direito: oxitocina no soro e dores de enlouquecer, amniotomia, CTG contínuo e enfermeiras simpáticas a queixar-se da doentinha travessa que não parava quieta para deixar ler o registo, epidural, internos, médicos e sei lá mais quem a entrar à bruta sem sequer um bom dia para ver se “aquela já estava madura”, transferência para a sala de partos aos 5 cm por aparente bradicardia fetal, 5 análises de PH à bebé (tiraram-lhe amostras de sangue da cabeça – 5 vezes) para confirmar se realmente estava com falta de oxigénio, que não levaram a nenhum resultado conclusivo, já que me chegaram a dizer que não sabiam se o que estavam a apanhar era o coração do bebé ou uma veia minha (o CTG é realmente a invenção do século), kristeller, fórceps e, como não, uma bela episiotomia... e apesar de tudo isto, quando voltei a engravidar e a pensar num segundo parto descobri que, afinal, até tinha tido sorte!!
Costumo dizer na brincadeira que, antes de parir o meu segundo filho, pari o meu parto e isto não deixa de ser um facto. Quase seis anos após o nascimento da Bia, em Espanha, com todos os recursos tecnológicos mais avançados ali à mão, encontrava-me agora a viver em Angola, e a pensar seriamente em como fazer na altura do parto já que, da primeira vez, a minha vida tinha sido milagrosamente salva por uma grande equipa de bons especialistas e ali, infelizmente, não contava com esse recurso. Decidi então que o meu filho viria nascer a Portugal.
A nossa viagem começou aí pelos 4 meses de gravidez, quando comecei a contactar hospitais e serviços que aceitassem algum tipo de acompanhamento à distância. Inicialmente, achei que o melhor seria optar por um destes novos hospitais privados, onde pudesse estar segura que tinha à mão tudo o que há de mais moderno e que, graças a isso, tudo correria bem... pura ilusão!
Mas calhou ter que ficar umas semanas em casa e ter tido mais tempo para pesquisar informação útil e foi aí que comecei a descobrir um universo feminino com o qual ainda não me tinha atrevido a conectar. Começo a ler sobre doulas, parto humanizado, parto domiciliar... e descubro com alguma revolta que, no meu primeiro parto a nossa vida não só não fora milagrosamente salva por aquela equipa (da qual não recordo um nome ou mesmo um rosto), como o processo ainda tinha sido completamente boicotado pela cascata de intervenções que foram feitas.
Com algum desgosto, descubro também que, se tivesse sido em Portugal as hipóteses de ter escapado a uma indução ou mesmo a uma cesariana programada, já que tivera herpes genital aos 5 meses de gestação, eram quase nulas.
Desde aí não parei de ler, de me deslumbrar, de me indignar e de pensar e repensar o que eu realmente queria para este segundo parto. Descobri o fantástico blog da Catarina e passei a acompanhá-lo regularmente. Contactei-a, já decidida a ter uma doula e contente e agradecida por, graças a ela, ter tanta informação de qualidade acessível de uma forma tão simples. Tive resposta e mantivémos o contacto ao longo dos meses que se seguiram.
De início, decidi ter uma Doula mas nem pensar noutra hipótese que não o parto hospitalar... a essas alturas parecia-me uma aventura demasiado arriscada pensar num parto domiciliar, principalmente porque achava que ia ser muito difícil vir a ter o apoio do meu marido nessa decisão e também porque, à distância que estava das pessoas que me poderiam acompanhar no caminho dessa decisão, seria difícil haver um tempo e um espaço de discussão e reflexão. De qualquer maneira, e como quem não quer a coisa, fui deixando “cair” pelos cantos da casa artigos e informação de todo o tipo sobre humanização, parto natural, etc, etc...
O certo é que quanto mais lia e me informava e à medida que a gravidez avançava tranquila e saudável, menos o parto hospitalar fazia sentido para mim. Foi aí que comecei a colocar a hipótese de o hospital fazer parte apenas do plano B. E, sem comentar com ninguém, contactei a Ana Ramos, Parteira, e comecei a viagem interior para me preparar para um parto em casa. Afinal, o parto era meu e era um erro ficar condicionada à partida pelo receio das reacções alheias. Com toda a informação que eu já tinha, argumentos de peso era o que não me faltava.
Vim para Portugal acompanhada da minha mãe da minha filha, cerca de 1 mês antes da data prevista para o parto, o pai viria um mês depois, precisamente na data provável para o parto, dia 4 de Agosto, o que me deixava numa situação mais complicada, pois arriscávamo-nos a que ele nem sequer estivesse presente no parto, no caso do pequeno decidir adiantar-se.
Primeiro, e antes de tomar a decisão definitiva, era importante para mim conhecer aquelas pessoas com quem tinha estado em contacto durante os meses anteriores e realmente perceber até que ponto aquilo fazia sentido para mim e até que ponto as impressões que tinha criado à distância se confirmavam no contacto directo. Marquei um encontro com a Catarina e com a Ana no dia seguinte a chegar a Portugal. Se ainda me restava alguma dúvida nessa altura, ali ficou decidido que este bebé nasceria em casa.
À cautela, e visto que até àquele dia a decisão esteve pendente de muitas coisas, havia resolvido há algum tempo marcar uma consulta com uma obstetra com certa fama de “diferente”. Não deixei de ir a essa consulta, marcada há mais de 3 meses e aproveitei para fazer os últimos exames, e talvez os mais completos de toda a gravidez, pois há muito que havia desistido de ir às consultas em Angola, limitando-me a fazer os exames que considerei importantes e interpretá-los por minha conta e risco (trabalho na área da saúde). Gostei da postura dela... mas gostei menos do marketing que faz à volta dessa postura. De qualquer das maneiras, por muito diferenciada que fosse a sua atitude, para mim, já nada para além da porta da minha casa fazia sentido. E não voltei lá.
Agora era aguardar que o meu pequeno desse sinal e esperar sinceramente que a informação com que havia bombardeado o pai nos meses anteriores tivesse sido lida, compreendida e assimilada da melhor forma, pois só no dia da sua chegada a Portugal é que ele se veria perante a notícia “o nosso filho vai nascer em casa”. Confesso que isso me trazia bastante ansiosa, quase a desejar que o bebé decidisse nascer antes para não ter que enfrentar aquela conversa.
No entanto, daquela como de tantas outras vezes, o meu querido marido surpreendeu-me muito, muito, pelo lado positivo. Não só todos os meus sinais haviam sido captados, de modo a que ele já estivesse de certa forma à espera que aquela acabasse por ser a minha decisão, como se mostrou plenamente de acordo comigo, afirmando que eu tinha todo o direito a parir o meu filho da forma que eu achasse melhor para mim e para o bebé e que ele, qualquer que fosse a minha decisão, ficaria do meu lado. Por ele, teria preferido abrir o microondas e tirar de lá o bebé já “prontinho” sem ouvir um “ai” J, mas se a minha vontade era viver todo o processo plenamente, ele estaria ali e, no fundo, embora um pouco apreensivo, tão feliz como eu por poder viver cada segundo do nosso parto.
Daí em diante, foi relaxar de verdade e apenas esperar que o grande dia chegasse. Em casa, estava tudo a postos. A avó um pouco nervosa, a mana do meio ansiosa, o pai em suspenso e a mana mais velha (filha do meu marido, com 16 anos) de férias, mas de sobreaviso, porque também estaria presente no parto.
A semana 40 passou sem novidades. Todos os dias, a todo o instante, estava a espera que o meu corpo me desse algum sinal de que a hora tinha chegado. E a hora chegou, 5 dias depois da data prevista ao fim da tarde, depois de um dia como outros, em que me fartei de andar a ver se a coisa se anunciava. Tinha passado a tarde com o Tomás pai para cima e para baixo e assim que chegámos a casa senti que algo de novo estava para acontecer. Sentia-me irritável e apetecia-me ficar num canto, sem falar com ninguém. E assim fiquei, acho que nem boa tarde disse à mana Bia e à avó, deixei-me ficar no sofá da sala, apenas concentrada no meu corpo. Pouco depois, as primeiras contracções. Deixei-me ficar, podia ainda não ser desta, já tinha tido outras ameaças que depois pararam ao fim de algumas horas. Mas as horas foram passando e eu passei do sofá para um monte de almofadas que atirei para o chão e comecei a achar que as contracções, embora suportáveis, eram muito seguidas. Confirmei: de 3 em 3 minutos?!! Achei estranho, mas confiei no que o meu corpo me dizia... aquilo estava só e apenas a começar e ainda teria ali entretém para muito tempo. Não me enganei.
Por volta das 10 da noite, a avó e a mana deitaram-se e o Tomás veio ver se estava tudo bem. Disse-lhe que era melhor ir descansar porque pelo estado das coisas, ia precisar de estar bem disposto no dia seguinte. Não sei bem porquê, mas sempre senti que este meu parto também seria demorado, como o primeiro. E, embora sentisse as contracções tão próximas umas das outras sabia que a coisa não ia trazer grandes novidades antes da tarde seguinte, pelo menos.
Seriam entre as 12 e a 1 quando decidi avisar a Catarina e a Ana. Esta última sugeriu-me um duche, para ver se tudo se mantinha igual ou, eventualmente, abrandava. Foi o que fiz... e tudo se manteve igual. A essa altura, embora já fosse um pouco complicado falar e reagir a outras coisas durante as contracções, sentia-me lindamente. Ajeitei as almofadas no chão, diminuí a intensidade da luz e ali me deixei ficar a gozar cada contracção, enquanto confirmava à Doula e à Parteira que a hora estava a chegar e precisava de as ter comigo. Embora sentisse que aquilo ia demorar, começava a ficar um bocado ansiosa se seria realmente assim ou não. Também sabia que a segurança da presença delas ia ajudar o pai a manter a calma.
A Ana Ramos chegou por volta das 3, se bem me lembro e a Catarina, que ainda tinha ido buscar a Ana, minha enteada, uma ou duas horas mais tarde. O Tomás, que pouco ou nada conseguia dormir, juntou-se a nós na sala e fomos conversando entre contracção e contracção. A Catarina fez-me uma massagem fantástica com óleos essenciais de aromaterapia para estimular as contracções. Pouco depois, o Tomás decidiu-se por uma última tentativa de descansar um pouco, a minha enteada tinha subido para o quarto dela e também dormia e eu, a Catarina e a Ana ficámos por ali, também a tentar dormir um bocado. Ao amanhecer, ainda consegui descansar um pouco entre as contracções e cheguei mesmo a dormir. Tinha deixado de contar os intervalos, pois, se tinha algumas com intervalos de 1 minuto, tinha outras de 5 em 5 minutos... ou seja, se fosse a julgar por aí, só me ia baralhar. A minha mãe e o Tomás prepararm um pequeno almoço delicioso e comemos todos alegremente. Nessa altura, senti que a coisa ia abrandar, as contracções estavam a perder intensidade e pelo que percebi, apesar de não saber exactamente “como estava”, estava muito no início... tanto que a Ana sugeriu um passeio à praia a ver se retomávamos o ritmo e aquilo avançava.
Nunca esquecerei essa manhã. Era uma 2ª feira, mês de férias e a praia da Figueirinha estava linda... e com bastante gente. Assim que comecei a caminhar na areia molhada e a sentir a frescura da água do mar nos pés, fui invadida por uma energia totalmente nova, sentia-me cheia de força, e caminhei, caminhei, caminhei pela beira mar, durante imenso tempo e com imensa genica, com as pilhas novinhas em folha! Quando as contracções vinham, começava a “marchar”, enterrando os pés na areia o mais que podia e andava à roda, de mão dada com o Tomás... não sei porquê, mas aquela espécie de ritual, ao estilo “dança da chuva” acalmava-me, ao mesmo tempo
A partir daqui, apesar de ainda terem sido muitas horas, parece-me tudo muito rápido e resumido a alguns flashes cuja sequência a certo ponto me custa organizar e consegui fazê-lo mais pelas fotos que pela memória...
Sei que chegámos a casa pela hora do almoço e eu já tinha muita vontade de ir para a piscina, foi só o tempo de a encher e meti-me lá dentro. Enquanto enchiam a piscina, estive literalmente “pendurada” na escada de caracol a meio da sala, enquanto a Catarina me massajava as costas.
Estive algumas horas dentro de água. Durante as contracções, a Catarina ou o Tomás massajavam-me as costas ou apertavam-me as ancas com força... aliviava-me tanto! Outras vezes, pedia para me apertarem aquela zona entre o polegar e o indicador com toda a força... era impressionante o quanto aquela pressão me trazia de volta a serenidade durante e após as contracções... só agora, quase um mês depois, é que deixei de ter essa zona dorida!
Algum tempo depois, e apesar de eu não ter vontade nenhuma de sair da água, a Ana sugeriu-me que experimentasse caminhar um bocadinho e aproveitar a força da gravidade. Reconheci que seria melhor e vim para o quintal. Não me quis vestir, e apresentei-me na rua de top interior e toalhão turco amarrado nas ancas... felizmente os vizinhos são poucos ;). Dei várias voltas à casa com o Tomás, que entretanto me ia fazendo massagens e apertanto as ancas durante as contracções, enquanto eu me ia apoiando nele, nas paredes e rodando as ancas, à medida que sentia como me abria cada vez mais. Estive também um pouco na bola, pendurando-me na cama de rede... A certa altura senti-me extremamente cansada e tive vontade de entrar na piscina
A Ana colocou o espelho à minha frente e, depois de uns quantos empurrões, comecei a ver a cabecinha do bebé a aparecer lá no fundo. Foi nessa altura que o Tomás, até aí atrás de mim, foi discretamente substituído pela Catarina pois precisou de ir “arejar” um pouco. Com mais um empurrão, vi a vulva a distender-se, mas não me sentia cónfortável, tinha as pernas dormentes, não as conseguia abrir bem nem apoiar os pés e tinha vontade de me pôr noutra posição. Decidi ficar de gatas... no chão! E, por momentos, gerou-se um silencioso caos atrás de mim, já que a Ana não conseguia ver nada assim nem tinha espaço para colocar almofadas ou resguardos onde o bebé pudesse nascer confortavelmente. Depois de um breve impasse, a Catarina lá conseguiu convencer-me a passar para a cama. Aí, com mais três empurrões, nasceu o meu menino. Primeiro a cabecinha, que toquei e acariciei, incrédula com o que me estava a acontecer... e de seguida o resto do corpinho, num “pop” molhado. O Tomás, já recuperado, estava agora à minha frente, super emocionado.
Claro que isto é tudo menos uma peça de teatro que se ensaia para sair direitinho como no guião. Muita coisa aconteceu de maneira diferente ao que eu tinha imaginado, sem por isso deixar de ser único e maravilhoso, foi o MEU parto, aquele que eu tinha que viver, aquele com que sonhei durante tanto tempo. E foi tão bom que pudesse ser entre pessoas tão queridas, num ambiente tão calmo! Estavam todos ali... o pai, as manas, as avós e duas mulheres fantásticas, incansáveis na missão de lembrar a todo o momento esta família de que este era o nosso parto...
Ainda me perguntei durante alguns dias porque razão o momento do parto em si demorou tanto a manifestar-se no meu corpo, independentemente de estar ou não na piscina, independentemente da força da gravidade ou do cansaço... e lembrei-me de um filme que vi sobre partos na água em que uma parteira dizia que, para ela, o momento mais extraordinário de qualquer parto era aquele em que a mulher, de repente, se dava conta de que ninguém poderia fazer aquilo no lugar dela e, naquele preciso momento, se entregava totalmente. E reconheci que foi essencial ter tido aquelas horas de conflito com o meu corpo para aprender a confiar nele. Este parto foi, para mim, uma lição de humildade e um momento de grande crescimento pessoal.
Muito obrigada a todos; em primeiro lugar à minha queridíssima Doula Catarina Pardal, que por muito que diga e repita que não teve nada a ver com o parto em si, foi ela que, a mais de 6 mil km de distância e se calhar sem saber até que ponto o trabalho dela foi importante no meu caminho, me encorajou a procurar o meu próprio poder, a minha feminilidade mais profunda. Nunca saberei como lhe agradecer. As palavras são poucas para descrever o que a sua extraordinária postura discreta e amiga foram capazes de fazer na minha vida. Mil vezes obrigada por tudo, minha querida!
À minha Parteira, Ana Ramos, que esteve sempre lá, com a palavra certa no momento certo, aliando como ninguém a segurança e o carinho, muito mulher, muito mãe, muito amiga!
Ao meu marido que pariu este filho comigo e certamente lhe custou mais a ele que a mim! Obrigada, meu amor, pela confiança que depositaste em mim e por partilhares comigo a beleza e a intensidade deste momento... fomos capazes!!
À minha filhota Bia por me ter posto a pensar no sentido do nascimento. Pela mãozinha amiga e pela água morna... ;)
À minha enteada, uma jovem e linda mulher que espero que cresça sem medo, com consciência e orgulho pelo facto de o seu corpo estar “maravilhosamente desenhado para fazer nascer uma criança”.
À minha mãe por, apesar da sua relutância, ter aceite a minha opção e se ter empenhado em ajudar-me a tornar este sonho realidade e à querida Mãe/Avó Li por ter sido a “Doula da Avó” e pelo carinho de tantos anos... à mana Vera também, apesar da distância não ter permitido que estivesse presente.
MUITO OBRIGADA!
Claro que há sempre reflexões a posteriori, que nem sempre, ou melhor, quase nunca aparecem nestes relatos e que acho, já que o tema está tão na moda e cada dia se fala mais de humanização, da necessidade de devolver às mães (e aos pais, evidentemente) os momentos mais importantes das suas vidas, que vale a pena falar nelas.
Como mãe, como mulher, considero o parto um marco muito importante no caminho do crescimento interior de uma mulher. O parto em casa é uma opção, uma opção que não se pode considerar “como qualquer outra” porque, principalmente em Portugal, ainda implica que estejamos totalmente preparados para assumir a responsabilidade total por cada momento, cada decisão que tomamos ou deixamos de tomar. Um dia, uma pessoa muito querida disse-me uma coisa que na altura não percebi muito bem: que a maioria das mulheres que escolhiam um parto em casa o faziam apenas para fugir das rotinas hospitalares. Agora entendi o que queria dizer. Temos todo o direito de fazer escolhas, as escolhas são nossas e seja o que for que nos leva a fazê-las, é connosco. Mas um parto em casa, qualquer que seja a razão que nos levou a escolhê-lo, é um parto onde, apesar de assistidos, temos que estar conscientes que a responsabilidade é toda NOSSA. Se não nos sentirmos confortáveis com a decisão, se a maneira como a encaramos é do estilo “dos males o menor”, aconselho vivamente a repensar, pois se alguma coisa corre menos bem, a tendência é culpar quem nos assiste, quando no fundo o nosso medo e as nossas inseguranças estão muitas vezes na raíz dos percalços durante o trabalho de parto.
Pelo que me diz respeito, tive a sorte de ter tempo suficiente para “sonhar” o meu parto e para tomar aos poucos a consciência total do que significava dar à luz por minha conta e risco... e também de ter comigo uma dupla verdadeiramente incrível de grandes MULHERES que conhecem bem os recantos da essência feminina que nos é comum e sabem como ninguém dar o espaço necessário para que cada mulher renasça e se reinvente no seu parto; mas se o assunto está tão na berlinda e as mulheres começam cada vez mais a pesar esta opção, não se esqueçam de pensar nisto. Não se trata apenas de fazer uma opção, mas sim de assumir uma atitude.
Por outro lado, quando depositamos tanta energia na vivência de uma experiência de parto, muitas vezes esquecemos o que está “para lá” do parto. Ao viver um parto empoderador, a mulher sente-se dona do mundo e acha que tudo vai ser perfeito. Mas não é. O bebé, como todos os bebés, chora, tem gases, acorda de noite e deixa-nos “em frangalhos” durante as primeiras semanas. Portanto, não esqueçamos o que vem depois e que, apesar de termos vivido o nosso parto e, em geral, um bebé nascido assim se mostrar mais tranquilo nos primeiros dias e a mãe mais disposta e moralizada... os primeiros tempos não são fáceis. Como diz aquela piada da senhora que acabou de parir e pergunta ao médico: “Dr., o pior já passou, não é?! Ao que ele responde: “Não, minha querida, esta foi a parte fácil, o pior acaba de começar!” Claro que é um exagero... não é fácil, há que fazer uns exercícios de “bom senso e estupidez natural”, como diz a minha amiga Raquel ;), mas no final é como uma dança em que vamos apanhando o ritmo e acertando o passo com a nossa dupla. Se relaxarmos e seguirmos o nosso instinto, acaba por funcionar. Isto só para lembrar que depois do parto ainda vem o “quarto trimestre”, que é tão ou mais importante para uma vivência plena do que é SER MÃE!
C.
terça-feira, 6 de Outubro de 2009
Trabalho Biográfico
Qual o sentido da minha vida?
09 de Outubro de 2009 – Sexta-feira às 19:30h
O trabalho biográfico começou a ser desenvolvido em 1978 a partir dos estudos do Dr. Bernard Lievegoed (médico psiquiatra) e é hoje em dia levado a cabo em numerosos países da Europa e América. Marié de Una Fernandez irá durante esta palestra explicar-nos os fundamentos em que assenta este trabalho e como o mesmo pode ser uma ferramenta de auto-conhecimento e em muitas situações uma ajuda terapêutica fundamental.
Oradora: MARIÉ DE UÑA FERNÁNDEZ- Nasceu em Pontevedra en 1951. Estudou Ciências Exactas na Universidade de Santiago e foi professora de Matemática durante 25 anos. Em 1990 conhece o Trabalho Biográfico com o médico Roberto Crottogini, estuda Psicologia licenciando-se na especialidade de Psicologia Clínica e completa a formação de três anos em Trabalho Biográfico com Blanca Sánchez de Muniain. Actualmente exerce actividade como biógrafa e psicóloga de orientação antroposófica em consulta privada, trabalhando também com diferentes grupos de desenvolvimento pessoal.
Com o apoio da Associação para o Trabalho Biográfico de orientação antroposofica
Agradecemos confirmação:
Rosário Simões T.217971719 ou M.917946545
consultorio.rafael@sapo.pt www.a-ama.com.pt
Participação benévola: 5 euros
Local da palestra: Consultório Rafael
Av. Almirante Reis nº82 1ºEsq
sábado, 3 de Outubro de 2009
sexta-feira, 2 de Outubro de 2009
quinta-feira, 1 de Outubro de 2009
Papas ou sopa? O que começar a dar?
Qual é a vossa opinião? Lembro que a OMS recomenda a amamentação em exclusivo até aos 6 meses. A introdução dos sólidos deve de gradual, a maminha vem sempre em primeiro lugar!
Estarão os vossos bebés preparados para os sólidos? Espreitem aqui:
http://www.kellymom.com/nutrition/solids/solids-when.html
"Why delay solids?"
E que papas dar?
Papas da HOLLE
Variedades mais encontradas: Babymuesly, Millet, arroz, aveia e espelta
Preparação: pode ser preparada com leite mãe, leite de fórmula, água e fruta. Não precisa de ser cozinhada.
Site: http://www.holle.com.au/products.html
Papas da BIOBIM
Variedades mais encontradas: arroz, muesly, trigo.
Preparação: podem ser preparadas com leite da mãe, leite de fórmula ou água.
Site: http://www.biobim.com/en/
Papas BABYBIO
Variedades mais encontradas: quinoa, arroz, frutas, baunilha e cacau
Preparação: podem ser preparadas com leite da mãe ou de fórmula.
Site: http://www.babybio.fr/index.html
Obrigado Ana pela inspiração!
Como "desescolarizar" a nossa mente
Charles Eisenstein - AERO Conference 2008.
SMAM
Dia Mundial do Vegetarianismo
De 1 a 7 de Outubro, haverá actividades tão variadas como workshops de cozinha vegetariana, palestras, demonstrações culinárias, degustação de petiscos vegetarianos, piqueniques, projecção de vídeos e ainda muitas promoções em restaurantes e lojas que promovem produtos vegetarianos. Participa e divulga esta iniciativa de promoção do vegetarianismo a nível nacional! Mais detalhes: http://www.semanavegetariana.com
* Iniciativas do Centro Vegetariano na Semana Vegetariana *
De 1 a 7 de Outubro o CV irá promover as seguintes iniciativas:
- Oferta de 1 livro de receitas vegetarianas a todos os que se tornem sócios - http://www.centrovegetariano.org/Page-14-S%F3cios.html - do Centro Vegetariano durante a Semana Vegetariana
- Oferta da 3ª ed. Revista Vegetariana a sócios e em compras superiores a 20€ (valor sem portes e outros descontos) feitas na loja online http://www.centrovegetariano.org/loja durante a Semana Vegetariana.
- 4 de Outubro, Lisboa: Participação de uma equipa do Centro Vegetariano na Meia-maratona de Portugal.
- 5 de Outubro, Porto, das 11h-17h: Encontro para sócios, colaboradores e amigos. Passeio/caminhada, piquenique, mini-mercadinho e outras actividades. Participação gratuita, mas limitada a 35 participantes. Se quiseres participar inscreve-te enviando mensagem para: eventos@centrovegetariano.org
quarta-feira, 30 de Setembro de 2009
Licença sem vencimento....
No dia 12, a C. trocou-me as voltas, foi o ultimo bebé que "vi" ( acabei por não ver) nascer, a C. nasceu por cesariana... Fiquei muito triste... sofro muito quando os meus Bebés não nascem como a mãe deseja... acho sempre que podia ter feito mais alguma coisa....
( fotografia pessoal)

Porque é que o T. pode nascer em paz e a C. não!!! é injusto!!! chorei MUITO...decidi que os próximos tempos serão de pausa, a meditar sobre todos os bebés, sobre todas as famílias que de alguma maneira se cruzaram na minha vida...
( fotografia http://cesarean-art.com )
Mas hoje sonhei com a C. e finalmente percebi que... os Bebés escolhem os pais... mas também escolhem a maneira de virem a este mundo...
A pausa vai continuar... agora muito mais tranquila... OBRIGADO C.
Vamos ajudar?
- banheira
- berço
- mala de bebé
- carrinho p/ recém nascido
- marsupial (porta-bebé)
- outros
Que não vos faça falta e que esteja a ocupar espaço numa dispensa ou garagem, aproveitem!
Um dia vou escrever um post sobre as coisas que achamos que fazem falta para um bebé e, depois, percebemos que afinal.... não fazem falta nenhuma... vivemos infelizmente numa sociedade muito consumista...
Será possivel?
Puzzles de espuma com químicos perigosos
| Texto: PAIS&Filhos | |
| 25 Setembro 2009 | |
| Os puzzles de espuma, usados como tapete e brinquedos para os bebés, podem conter químicos perigosos para a saúde.
A Deco Proteste testou oito destes artigos à venda em Portugal e encontrou solventes irritantes em todos e formamida, uma substância proibida pela nova directiva europeia, em sete.
A formamida é utilizada para reduzir maus odores e, além de ser irritante, está classificada como “tóxica para a reprodução”. Durante a gravidez, por exemplo, pode atrasar o desenvolvimento do feto e causar aborto. Inalada em grandes quantidades, pode exigir cuidados médicos, explica a Deco.
Além da formamida, foram também encontrados amoníaco e outros solventes agressivos para a pele, olhos e mucosas das vias respiratórias. Substâncias que não deveriam ser usadas em artigos para bebés.
No entanto, a Deco testou novamente os puzzles duas semanas após a abertura da embalagem e verificou que a quantidade de químicos reduziu de forma significativa. Assim, a associação de defesa do consumidor aconselha os pais a arejarem estes produtos durante alguns dias, antes de oferecê-los às crianças.
A DECO já enviou os resultados para a Autoridade de Segurança Alimentar e Económica (ASAE), Comissão de Segurança de Bens e Serviços e Direcção-Geral do Consumidor. Pediu a remoção imediata dos produtos com formamida, que será proibida em brinquedos e outros produtos de puericultura a partir de 2011, quando entrar em vigor a nova directiva. |
Estou de boca aberta....
| Mulher engravida novamente durante a gravidez |
| Texto: PAIS&Filhos | |
| 25 Setembro 2009 | |
| Uma mulher norte-americana engravidou novamente quando já estava grávida de duas semanas e meia.
Julia Grovenburg, de 31 anos, descobriu que tinha engravidado outra vez ao fazer uma ecografia de rotina na 11ª semana de gravidez. Os médicos encontraram outra bolsa gestacional no útero, com um feto duas semanas mais novo. Trata-se de um caso de superfetação, uma situação muito rara que permite a ovulação durante a gravidez e que pode resultar numa nova gravidez.
Como os bebés têm idades diferentes, as datas previstas para o nascimento também são diferentes. Enquanto a rapariga, a mais velha, deverá nascer no final de 2009, o rapaz tem nascimento previsto para o início de 2010. Os médicos acreditam que, como o intervalo entre as concepções é pequeno, não deve haver perigo para nenhum dos bebés.
«Passámos três anos a tentar engravidar e nada. Não quisemos tomar remédios para fertilidade, porque não queríamos gémeos. Deus acabou a rir-se por último», disse Julia Grovenburg ao jornal New York Daily News. |
SMAM
terça-feira, 29 de Setembro de 2009
Semana Mundial do Aleitamento Materno 9 e 10 de Out. de 2009
CONFERENCIA (entrada livre) 9/10/09 - 15 horas - "Biological Nursing": Uma nova abordagem neurocomportamental do início da amamentação.
(Introducting Biological Nursing: a new neurobehavioural aproach to breast feeding initiation)
WORKSHOP (inscrição) 10/10/09 - 9 às 17 horas - Upgrade em amamentação para o século XXI: o próximo nível.
CARTAZ - Inscrição para Workshop
Local - Escola Superior de Enfermagem de Lisboa - Pólo Maria Fernanda Resende
A frequência da Conferência e do Workshop confere 6,25 horas de formação e L-CERPs





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